Integrado no Festival Temps d’Images 2010Llámame mariachi de La Ribot

Por Jornal Rostos
DANÇA PERFORMANCE
SEX 12, SÁB 13
DE NOVEMBRO
Grande Auditório
21h30 • Duração: 1h05
M12 • 18 Euros • Jovens até aos 30 anos: 5 Euros
Espectáculo em francês, parcialmente legendado.
Informações e reservas
21 790 51 55
culturgest.bilheteira@cgd.pt
Direcção e coreografia La Ribot Interpretação Marie-Caroline Hominal, La Ribot, Delphine Rosay Desenho de luz Daniel Demont Técnica de luz e vídeo Sandrine Faure Técnico de som David Scrufari
Filme mariachi nº 17 Realização, coreografia e cenografia La Ribot
Operadoras de câmara Marie-Caroline Hominal, Delphine Rosay, La Ribot
Director de fotografia Daniel Demont Música atom™
Supervisão musical e mistura de som Clive Jenkins Pós-produção Sylvie Rodriguez
Correcção de cor Massimiliano Simbula
Técnicos de luz, som e vídeo Stéphanie Rochat, David Scrufari
Construção de cenários Victor Roy
Fotografias de estaleiros em Espanha Miguel de Guzmán
Assistentes de plateau Pablo Jobin, Laure Fauser Filmado na sala Santa Cecília, La Comédie de Genève, Suíça, Junho/Julho 2009
Produção La Ribot, Genéve Co-produção La Comédie de Genève – Centre dramatique, La Bâtie – Festival de Genève, Festival d’Automne à Paris, Les Spectacles vivants – Centre Pompidou, Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest
Com apoio de Ville de Genève, République et canton de Genève, Pro Helvetia – Fondation suisse pour la culture e de Fondation Leenaard, Fondation Ernst Göhner com o contributo de Fresnoy, Studio national des arts contemporains
Em Llámame mariachi, La Ribot modifica a percepção do espaço. A coreografia, o filme, o cenário e a dança são elementos indissociáveis, vertiginosamente ligados entre si.
Segundo José Antonio Sanchez: “A mão, quase invisível na filmagem, constitui uma das chaves deste trabalho. “A verdadeira condição do homem – assegura Godard – é pensar com as mãos”. Tradicionalmente, o cinema tentou apagar todos os traços da intervenção manual envolvida no seu processo, do mesmo modo que a estrutura espectacular da dança tentou apagar todos os traços da gravidade corporal, inscrevendo o corpo material e caprichoso num espaço geometricamente organizado e artificialmente vazio”.
Em Llámame mariachi, pelo contrário, a realidade do trabalho manual vê-se através de um único take e a gravidade dos corpos é sublinhada no palco pela lentidão dos movimentos.













