Carlos Mendes apresenta em Reguengos de Monsarazas canções que marcaram a sua carreira

Por Jornal Rostos
Carlos Mendes fundou o famoso conjunto musical Sheiks, em 1963, juntamente com Paulo de Carvalho. Em 1967 iniciou a carreira a solo com a edição de uma versão de “Penina”, de Paul Mc Cartney. No ano seguinte venceu o Festival RTP da Canção com a música “Verão” e participou no Festival da Eurovisão, realizado em Londres, no Royal Albert Hall. Em 1972 ganha novamente o Festival RTP da Canção, desta vez com a “Festa da Vida”, que se classifica em sétimo lugar no Festival da Eurovisão em Edimburgo, na Escócia.
Carlos Mendes tem mais de uma dezena de álbuns editados, a que se somam vários singles, colectâneas e colaborações com artistas como Fernando Tordo, Paulo de Carvalho ou o maestro Pedro Osório, que o acompanharam no espectáculo “Só Nós Três”, apresentado em 1989 no Casino Estoril e que originou uma digressão internacional. Para além do disco que resultou deste espectáculo, na sua discografia destacam-se álbuns como “Jardim Jaleco” (1978), “Não me peças mais canções” (1994) e “Vagabundo do Mar (1997), mas também os premiados “Triângulo do Mar”, que recebeu o prémio da crítica em 1980, ou “Amor Combate” (1976) e “Canções de Ex-Cravo e Malviver” (1977), onde sobressaíram canções como “Alcácer que vier”, “Lisboa meu amor”, “Ruas da minha cidade” e “Amélia dos olhos doces”.
O sucesso de Carlos Mendes não tem sido conseguido apenas na área musical. No cinema trabalhou com Lauro António e Luís Filipe Costa, tendo ainda participado e colaborado como autor e actor em vários programas de televisão, filmes e séries.













