Saltar para o conteúdo
Moldura

Grande Concerto OS PONTOS NEGROSno Teatro Municipal de Almada

Os Pontos Negros aceleram-nos corpo e espírito, ontem como hoje. Esta música, ou não sei como lhe chame, faz sem esforço aquilo que tanta gente parece andar a dar a alma para conseguir: a fusão perfeita (tão perfeita que quase nem se dá por ela) entre guitarras eléctricas e a tal coisa tradicional portuguesa. Não é à toa que gritam “se o Variações fosse o meu barbeiro!”. Se gritam, é porque podem.

2 min de leitura
Grande Concerto OS PONTOS NEGROS no Teatro Municipal de Almada

Por Jornal Rostos

OS PONTOS NEGROS

Voz e guitarra Jónatas Pires
Bateria David Pires
Voz e guitarra Filipe Sousa
Órgão Silas Ferreira

24 Março, 21h30
Sala experimental, M/12

No concerto iremos percorrer a nossa discografia, desde o EP editado em 2005, passando pelo Magnífico material inútil (2008) e o Pequeno-almoço continental (2010). Uma hora de roque enrole. Para Os Pontos Negros os alinhamentos são sempre escolhidos em função do concerto e daquilo que nos apetece tocar, podendo até incluir uma ou duas surpresas. Mesmo durante o concerto, tudo pode mudar. A melhor forma de saber é mesmo aparecer e assistir.
Jónatas Pires

Os Pontos Negros aceleram-nos corpo e espírito, ontem como hoje. Esta música, ou não sei como lhe chame, faz sem esforço aquilo que tanta gente parece andar a dar a alma para conseguir: a fusão perfeita (tão perfeita que quase nem se dá por ela) entre guitarras eléctricas e a tal coisa tradicional portuguesa. Não é à toa que gritam “se o Variações fosse o meu barbeiro!”. Se gritam, é porque podem.
Eles fazem isto como se não fosse nada, versos falados em cima das notas, frases deixada cair pelo canto da boca com a tal displicência charmosa do rock’n’roll. Não, Os Pontos Negros não se põem em bicos dos pés, mas o que conseguem não é coisa pouca. Sem pretensões e com o máximo de ambição, falam de nós aqui. Contra a corrente, não se fecham nos truques do negrume e da depressão. Lançam energia ao mundo, põe-nos a saltar, a acreditar na vida, rocks para cima, de subir até ao Sol.
Jacinto Lucas Pires

Entradas: 5€ a 10€

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção