Caminhada pela construção do Hospital no Seixalpor novos centros de saúde e em defesa do serviço nacional de Saúde

Por Jornal Rostos
A recente publicação da portaria 82/2014, que retira funções aos hospitais de Barreiro e Setúbal concentrando-as no Hospital Garcia de Orta (HGO), vem aprofundar o problema de sobrelotação deste hospital, e tornar cada vez mais premente a construção de um hospital no concelho do Seixal que sirva os cerca de 500 mil habitantes dos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra, novo equipamento complementar ao HGO, hoje em dia completamente saturado e sem capacidade de resposta. A juntar a esta situação, as respostas de saúde têm vindo a ser retiradas de forma compulsiva deixando os munícipes sem médicos de família e sem Serviços de Atendimento Permanente onde se possam deslocar em caso de necessidade, totalizando quase 41.000 pessoas sem médico de família no concelho do Seixal.
Recorde-se que a 26 de agosto de 2009 o governo reconheceu esta necessidade como prioritária ao celebrar com o município um acordo estratégico para construção do hospital no Seixal, cuja obra estaria pronta em 2012. Esse acordo estratégico estabelece as fases e a calendarização para o lançamento do concurso público para o projeto até ao final de 2009 e a conclusão da construção do hospital durante o ano de 2012. Determina ainda que o Ministério da Saúde articule com o Município do Seixal a preparação dos concursos públicos internacionais.
Estamos em Junho de 2014 e o Estado não cumpriu uma vez mais o compromisso que assumiu com as populações de Seixal, Almada e Sesimbra. Este retrocesso constitui uma penalização gravíssima no acesso à saúde para os munícipes destes Concelhos.
Fonte - CMS













