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Workshop de Vitrinismo no BarreiroDeu muitas ideias a uma vintena de formandos representantes do comércio tradicional

Decorreu, durante a tarde de ontem, quinta-feira, 20 de novembro, na Sala de Sessões dos Paços do Concelho um Workshop de Vitrinismo, dirigido ao comércio “de rua”, ministrado pela Coordenadora do Curso de Técnico de Vitrinismo / Design de Loja, da Escola de Comércio de Lisboa (ECL), Ângela Fernandes, com a presença de uma vintena de formandos. “Reunir algumas ferramentas que vos permitam olhar para a montra com uns olhos diferentes, com uma lente diferente”, era o objetivo da sessão, conforme definiu a docente da ECL.

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Workshop de Vitrinismo no Barreiro Deu muitas ideias a uma vintena de formandos representantes do comércio tradicional

Por Jornal Rostos

Ângela Fernandes sublinhou o timing do workshop – mesmo que não seja Natal em termos de venda, que o seja em emoção, disse –, numa altura em que a Câmara Municipal do Barreiro (CMB), através do Gabinete de Apoio ao Empresário (GAE), a Associação de Comércio, Indústria e Serviços do Barreiro e Moita, e as freguesias do Concelho promovem a XIII edição do Concurso de Montras de Natal, cujas inscrições decorrem até 7 de dezembro (+INFO: http://www.cm-barreiro.pt/pt/conteudos/noticias+e+eventos/noticias/concurso+montras+de+natal.htm.

Na sessão, Ângela Fernandes defendeu que o visual merchandising, no qual se inclui o vitrinismo, é, cada vez mais, “uma ferramenta estratégica na gestão do negócio”.

Responder à questão “como é que chego aos consumidores atuais?” é, na atualidade, importante, sendo que, afirmou, o futuro de uma loja passará por reparar em pequenos detalhes do consumidor, sendo que “a montra é um espaço de interação”.

Quem tem negócios, referiu, deve ter em conta quaro matrizes de ação/eixos, que apresentou em forma de questão: “Como parecemos?”; “Como atuamos?”; “Como Comunicamos?”; e “O que temos para oferecer?”

Foram várias as mensagens passadas, ao longo da tarde, pela formadora, salientando que o comércio “enriquece” e “anima” as cidades – lembrando, até, a expressão utilizada para “programa de família”: “Ver montras” –, além de ser um “contributo” para a “estética” e para a ”socialização” das cidades. Alertou, ainda, os comerciantes presentes na sala, que, na atualidade, o consumidor é “mais inteligente”, “mais informado”, contudo “mais infiel”.

Este Workshop de Vitrinismo foi promovido pelo GAE/CMB, em colaboração com a ECL.

Fonte - CMB

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