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Cerca de quatrocentos alunos das escolas de SetúbalLeram em público textos de autores portugueses

Cerca de quatrocentos alunos das escolas de Setúbal leram em público, esta manhã, textos de autores portugueses durante um trajeto pela Avenida Luísa Todi e ruas da Baixa.

“Sou leitor, sou leitora, quero ler a cada hora!”, “A leitura é uma aventura!”, “Ler é conhecer o mundo!”, “Está na hora de a leitura entrar agora!”, “Ler dá força e faz crescer!”. Este foi o sentimento que as crianças e os jovens do concelho exibiam nos cartazes que transportavam durante a “marcha da leitura”.

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Cerca de quatrocentos alunos das escolas de Setúbal Leram em público textos de autores portugueses

Por Jornal Rostos

Na iniciativa, denominada “Setúbal: uma Baía a Ler”, organizada pelo SABE – Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares e pelo Grupo de Trabalho das Bibliotecas Escolares do Concelho de Setúbal, com o apoio da Câmara Municipal, que assinala a IX edição da Semana da Leitura, participaram alunos dos três ciclos do ensino básico, do secundário e do profissional.

A marcha partiu do Largo José Afonso, às 10h00, em direção à Baixa da cidade, mas com paragem em vários pontos de leitura, localizados no Monumento à Resistência Antifascista, no Mercado do Livramento, no coreto da Avenida Luísa Todi, na Biblioteca Pública Municipal, no Largo da Misericórdia e no Largo da Ribeira Velha.

Os munícipes paravam para ouvir com atenção as leituras dos poemas e textos de Sebastião da Gama, Bocage, Fernando Pessoa, Alexandre O’Neill, José Saramago e Afonso Cruz.

A iniciativa terminou na Praça de Bocage com a leitura de um “Manifesto à Leitura” pelos professores bibliotecários, dirigido à presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, com mensagens como “A leitura é uma competência essencial e integral do ser humano ao longo de toda a vida”, “Ler é urgente!”, “Ler é descobrir novos mundos e acordar memórias”.

A autarca, acompanhada de diversos vereadores, saudou a iniciativa, para afirmar que “sem leitura não há crescimento, não há futuro”, salientando que “têm sido feitos esforços na concretização de uma melhor e maior qualidade nas bibliotecas da cidade”.

Fonte - CMS

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