«De Aço e de Sonho» é a peça de abertura do festival de Teatro do SeixalPúblico vai ter oportunidade de assistir a sete peças de teatro

Por Jornal Rostos
Nesta edição, o público vai ter oportunidade de assistir a sete peças de teatro, apresentadas por atores e grupos consagrados, mas também por grupos amadores do concelho.
«De Aço e de Sonho» é a peça de abertura do festival, que vai ser apresentada no dia 11 de novembro, no Auditório Municipal, numa produção da União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas com o Teatro Extremo. Trata-se de um espetáculo comemorativo da Constituição da República Portuguesa. «Rir É o Melhor Remédio», do Grupo Cénico José Viana, «O Urso», do grupo Pano Cru, «Mythos», do Teatro Extremo, «Felicidade», do Projeto Ficções, «God», com Joaquim Monchique, e «A Última Viagem de Lénine», do grupo de teatro Não Matem o Mensageiro são as peças que se podem ver durante este festival.
Programa
De Aço e de Sonho
Dia 11 de novembro, sexta-feira, 21.30 horas
União das Freguesias de Almada, Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas e Teatro Extremo
Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
Ingresso: 6 euros (50 por cento de desconto para jovens até 25 anos, reformados e trabalhadores das autarquias do Seixal)
Espetáculo que assinala a comemoração do 40.º aniversário da Constituição da República Portuguesa, nascida com a Revolução de Abril de 1974. A história, mas também as memórias e os afetos, em torno da lei fundamental do país, garante de direitos sociais, políticos e culturais do povo. Uma homenagem poética e festiva que contribui para o conhecimento das gerações mais novas e evoca as recordações de quem viveu o tempo de refundação do país, enraizado na lei do aço, transformado na sementeira do sonho.
Rir É o Melhor Remédio
Dia 12 de novembro, sábado, 21.30 horas
Grupo Cénico José Viana
Sociedade Filarmónica União Arrentelense
Espetáculo de revista à portuguesa, para maiores de 12 anos, que evoca quadros de uma «Lisboa de outras eras». As atrizes, o fado, o património, Santo António ou a fadista Hermínia Silva são alguns dos quadros desta produção feita no Seixal que conta com os nomes de Manuela Sameiro e de Mário Barradas, entre outros. Uma oportunidade para recordar canções de sempre como «O Cacilheiro», «Olhos Castanhos» ou «Desfolhada».
O Urso
Dia 18 de novembro, sexta-feira, 21.30 horas
Panu Cru
Associação de Amigos do Pinhal do General
Comédia em um ato, «O Urso» é um texto de um dos maiores dramaturgos de todos os tempos, o russo Anton Tchekhov. A peça relata a história de uma viúva e de um credor, surgido para cobrar uma dívida do falecido marido. A trama desenvolve-se em torno das diferenças entre homens e mulheres, do desejo de aproximação e da obrigação moral de afastamento.
MYTHOS
Dia 19 de novembro, sábado, 21.30 horas
Teatro Extremo
Clube Recreativo da Cruz de Pau
MYTHOS é uma criação original de inspiração clownesca para adultos e crianças a partir dos 6 anos. O ponto de partida é uma conferência sobre mitologia, a partir da qual as três personagens iniciam uma viagem, em tom de comédia, em busca da curiosidade e da imaginação universal e glosando os mitos universais e urbanos. O resultado é uma reflexão sobre a condição humana na sociedade do nosso tempo
Felicidade
Dia 26 de novembro, sexta-feira, 21.30 horas
Trabalhadores de Sonhos (Projecto Ficções)
Sociedade Filarmónica Operária Amorense
Uma comédia que se desenvolve em torno da felicidade reúne em palco as atrizes Liane Rosário e Paula Perdigão. Em palco, diferentes quadros mostram diversas personagens e evidenciam as condicionantes, tantas vezes sinistras, do desejo e da felicidade humana. Uma provocação assumida, a peça começa e termina com uma festa onde se promove a interação com o público, assumindo um tom humorístico para falar de um tema tão profundo como o do amor.
God
Dia 3 de dezembro, sábado, 21.30 horas
Força de Produção
Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
Ingresso: 10 euros (50 por cento de desconto para jovens até 25 anos, reformados e trabalhadores das autarquias do Seixal)
Com texto de David Javerbaum, a encenação de António Pires reúne em palco Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade. No dia do espetáculo, o Auditório Municipal recebe Deus, acompanhado pelos arcanjos Miguel e Gabriel. Joaquim Monchique dá a voz ao Criador e a palavra à salvação, para fazer o diagnóstico do estado das coisas na Terra e tomar medidas para alterar o rumo seguido pela humanidade e tornar a vida mais aprazível para os bípedes do planeta azul. Uma comédia divina.
A Última Viagem de Lenine
Dia 10 de dezembro, sexta-feira
21.30 horas
Associação Cultural Não Matem o Mensageiro
Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal
Ingresso: 6 euros (50 por cento de desconto para jovens até 25 anos, reformados e trabalhadores das autarquias do Seixal)
Quando, em 1924, Lenine embarcou no comboio rumo a Lisboa, esperava encontrar um médico que o curasse da doença que o assolava. Não esperava sair em 2016 e descobrir que, passado um século, o nosso mundo mudou muito pouco. Noventa e nove anos depois da revolução que abalou o mundo, esta peça de teatro promete abalar o palco com uma homenagem à Revolução de Outubro em torno do verdadeiro Lenine. Um texto original e divertido que promete não deixar ninguém indiferente.
Fonte - CMS













