Palmela - ENSAIARTE, Grupo de Teatro AmadorEstreia a peça «Vanessa Vai à Luta» no Pinhal Novo

Por Jornal Rostos
O novo espectáculo do ENSAIARTE, Grupo de Teatro Amador, volta a cena no dia 11 de Fevereiro, no CineTeatro S. João em Palmela.
Na sua ronda pelo concelho de Palmela a 4 de Março estará no Centro Cultural do Poceirão e a 11 de Março estará em Águas de Moura.
Esta peça tem como público alvo alunos das Escolas EB1,2,3 não obstante todo o restante público que ama teatro.
O Texto é de Luísa Costa Gomes. A Encenação é da responsabilidade de Célia Figueira;
A composição do grupo é a seguinte: Ana Lagarto, Ana Ruas, Beatriz Pedro, Carla Pereira, Daniel Ribeiro, Ester Pereira, Nelson Prates, Vera Bastos.
SINOPSE
Mãe da Vanessa, com uma gravidez extemporânea, compra pela televisão pequenos aparelhos milagrosos que lhe façam diminuir a barriga, porque afinal - “nunca fui gorda!...Já viu a barriga que eu tenho? Mas não tenho celulite! É verdade. Nem tinha pensado que estava grávida!”
Rodrigo, irmão da Vanessa, procura incessantemente nos meios de comunicação, aparelhos de ginástica e dietas de efeito rápido -“Olhe esta bicicleta aqui. Mãezinha”.
O Pai da Vanessa colecciona rádios antigos recordando deles um passado morno, quieto e pobre, partilhando-o com a filha – ”A Vanessa? É verdade, a gente até se esquece de que é uma menina”.
Vanessa é uma menina que deseja ter uma metralhadora como prenda de aniversário e para quê? “Para brincar, Mãe!”…Não…”Agora já sei para que é. É para defender a minha irmã pequena”
Esta menina, de arguta perspicácia, questiona constantemente as normas sociais que a envolvem: “já cá faltava o vestidinho cor de rosa!; Mãe porque é que não fazem bonecas com metralhadoras?; Pai não me dizes como é que se pode brincar com uma vassoura?; “Mãe por não saberes se queres ter um rapaz ou uma rapariga é que deixas o Deus decidir? ; “Pai, podiam-se pôr de acordo sobre qual é a história que devem contar às crianças”.
A trama cheia de humor lúcido e não fácil, desenrola-se em torno de 5 personagens, fluindo como se o tempo não existisse.
Célia Figueira













