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Dia Mundial do Teatro no BarreiroTeatro Projéctor apresenta «O Solário» esta noite no Auditório da Verderena

O Grupo de Teatro do Projéctor leva a cena hoje, dia 27 de Março - Dia Mundial do Teatro - pelas 21h30, a peça «O Solário», de Fernando Augusto, com encenação de Abílio C. Apolinário.

Quatro personagens cheios de traumas e tiques, birras e medos, preconceitos, uma denúncia angustiada de uma enorme hipocrisia social que os vitimou.

2 min de leitura
Dia Mundial do Teatro no Barreiro Teatro Projéctor apresenta «O Solário» esta noite no Auditório da Verderena

Por Jornal Rostos

A peça «O Solário» regressa no dia 22 de Abril vai estar no Auditório Municipal Augusto Cabrita, pelas 21h30, e no dia 2 de Junho, à mesma hora, no Auditório José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, Moita.
No dia 10 de Junho, a peça vai estar em cena em Águas de Moura, concelho de Palmela.

Ficha Técnica
«O Solário»

Autor - Fernando Augusto
Encenação - Abilio C. Apolinário
Actores - Paula Almeida; Lilia Pinto; Joaquim Paulino e Luciano Barata

Sinopse

Estamos no início dos anos 70. Uma Clinica de luxo, Casa de Saúde na zona de Sintra. Um solário quase sempre nevoento como é normal naquela região, mas onde se respira o ar puro do mar e da serra de Sintra. Para ali eram depositados os filhos ou familiares de gente de uma gama social superior ao normal. Uns com traumas da guerra, outros de doença do foro psicológico.
Quatro personagens cheios de traumas e tiques, birras e medos, preconceitos, uma denúncia angustiada de uma enorme hipocrisia social que os vitimou.
Cada um tenta desvalorizar o motivo que os levou para a aquela clinica. Com histórias, agressões de família, de guerra, desabafando com mais ou menos violência, como se uma confissão apenas, fosse o tratamento para a causa. Mas que acabaria sempre com violência entre eles. E ai está a enfermeira, no fundo também vítima dos mesmos males mas que se impõe e tenta esconder a sua sensibilidade como uma pedra de gelo se tratasse.
Esta peça recorda-me o filme “Voando Sobre Um Ninho de Cucos”.
Um final trágico, como trágico é o mundo de mentiras em que vivemos, quase nunca reagindo contra os falsos valores impostos pela sociedade decadente.

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