Barreiro - «Comprar Com Consciência» foi tema de Ação de Sensibilização«O comércio justo não é, de facto, para todas as bolsas»

Por Jornal Rostos
Existem estratégias para evitar situações delicadas ao nível do consumo, afirmou a Coordenadora do DGAG – Gabinete de Apoio ao Munícipe (GAM), Lídia Pereira, alertando para várias situações, nomeadamente de "falsa promoção", de “agressividade muito grande dos comercializadores", riscos nas compras à distância, de contratos propostos pelo telefone. "As pessoas são se sabem defender", realçou, falando de “contratos que não estão a ser cumpridos" – situações que “afetam o bolso das pessoas”.
"A solidariedade e a consciência que devemos ter com os nossos hábitos de consumo são essenciais", enfatizou a Coordenadora Técnica do DGAG – GAM/CIAC. Clarisse de Jesus falou do "comércio justo"/"preço justo", explicando que este existe quando “os produtos são pagos ao seu devido valor". E concretizou: “O comércio justo não é, de facto, para todas as bolsas" porque se paga o justo valor de cada artigo, o que, por vezes, pode conflituar com os interesses de quem tem baixos rendimentos.
Clarisse de Jesus lembrou a assunção de compromissos aquando da aquisição de um bem, alguns difíceis de cumprir e, consequentemente, dos riscos, até, para a saúde, de uma decisão enquanto consumidor.
A conversa com as presentes passou pelas novas tecnologias – a "doença da sociedade deste século" –, que, defendeu, devem ser usadas para "criar condições de independência e não de dependência". O recurso às novas tecnologias, às redes sociais, "são situações que nos devem fazer repensar a vida", disse, sublinhando a necessidade de "saber como usar" estes novos meios.
“Então, afinal, o que é consumir com consciência?", perguntava a dada altura.
Ao longo da sessão, foram colocadas e esclarecidas dúvidas, e dadas dicas de poupança.
Fonte - CMB













