Saltar para o conteúdo
Moldura

Palmela - Mais um profissional da GNR perde a vida por motivos de serviçoProfissionais da Guarda exigem reconhecimento de risco e desgaste rápido

"Não é admissível que, sempre que morre um profissional da GNR em serviço se lamente o sucedido, apresentem-se discursos de circunstância sem que daí surjam consequências políticas concretas no plano das decisões", afirma a Direcção da Associação dos Profissionais da Guarda.

2 min de leitura
Palmela - Mais um profissional da GNR perde a vida por motivos de serviço Profissionais da Guarda exigem reconhecimento de risco e desgaste rápido

Por Jornal Rostos

Mais um profissional da GNR perde a vida por motivos de serviço

A Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR apresenta as suas mais sentidas condolências à família do profissional da GNR que faleceu ontem, na sequência de um atropelamento ocorrido no passado dia 14 de Dezembro, no Pinhal Novo, quando intervinha numa operação de regularização de trânsito.

Sempre que um profissional da GNR perde, prematuramente a vida em serviço, surge-nos a maior das indignações, quando há décadas que pugnamos pela classificação da nossa profissão como sendo de risco e desgaste rápido. Ainda recentemente uma proposta que vinha atribuir este estatuto às funções policiais foi chumbada na Assembleia da República, motivo pelo qual são responsáveis todos aqueles que estranhamente não assumem que a nossa profissão tem sérias consequências na nossa saúde e que pode, inclusive, ser fatal.

A APG/GNR exige que, com toda a urgência, se reconheçam as funções policiais como sendo de risco e desgaste rápido, tal como sucede na Europa desenvolvida, onde o respeito por quem garante a paz pública parece ser noutras proporções.

Não é admissível que, sempre que morre um profissional da GNR em serviço se lamente o sucedido, apresentem-se discursos de circunstância sem que daí surjam consequências políticas concretas no plano das decisões.
Os profissionais da GNR que juraram cumprir a sua missão, mesmo “com risco da própria vida”, fazem-no diariamente e, lamentavelmente, encontram-se desprotegidos perante o seu estatuto e dignidade profissional.

A APG/GNR reitera as suas sinceras condolências à família do profissional da GNR falecido por motivos de serviço e exige do Governo respostas firmes e imediatas, que reflitam o risco da nossa profissão, que nos confiram dignidade, enquanto agentes da segurança pública e enquanto seres humanos.

Lisboa, 19 de dezembro de 2017
A Direcção Nacional

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção