No Museu Industrial Baía do Tejo no BarreiroApresentação da edição - «Da Fábrica que Desvanece à Baía do Tejo»

Por Jornal Rostos
A Baía do Tejo, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, da Câmara Municipal do Barreiro, da Osso – Associação Cultural e da Galeria Via Idea acompanham o lançamento desta importante obra que vem figurar como mais um elemento deste percurso e deste movimento que relata e interpreta as nuances e os diferentes matizes “Da Fábrica que Desvanece à Baía do Tejo”.
“Da Fábrica que Desvanece à Baía do Tejo”, que será lançado, no próximo dia 10 de março, em distinta e conceptual edição, começou por ser em 2014 uma residência artística que dava a conhecer um território completamente desconhecido do grande público, mas que se afirmava capaz de despertar o interesse de diversos artistas de diferentes disciplinas que encontraram nesta plataforma industrial, que nos acompanha desde o início do século XX, um universo com grande potencial para ser explorado sob diversas perspetivas.
O evento em 2014 marcou de forma indelével o parque empresarial da Baía do Tejo no Barreiro, a cidade, a margem esquerda do Tejo, a direita e as comunidades que, a cada um destes níveis, constituem a região da Grande Lisboa.
Respondendo ao desafio da Casinfância, seis artistas foram convidados a desenhar seis intervenções em diálogo com o lugar, uma iniciativa então acolhida e estimulada pela Baía do Tejo e pela Fundação Calouste Gulbenkian.
O propósito da abertura do território à comunidade e ao olhar diferente dos artistas que sobre ele se detiveram foi a génese e a semente daquilo que responde à orientação para a criação e consolidação do cluster criativo que a Baía do Tejo afirma cada vez mais e que entende como área de diversificação das fontes de atração de investimento e do perfil das empresas sediadas nos Parques Empresariais Baía do Tejo.
O lançamento do livro “Da Fábrica que Desvanece à Baía do Tejo”, uma edição da Documenta, com design dos Vivóeusébio, volta a reunir os artistas e intérpretes deste território industrial, António Bolota, Dalila Gonçalves, Martinha Maia, Ricardo Jacinto, Projecto Teatral e Valter Ventura, com curadoria de Cláudia Ramos.
«“Da Fábrica que desvanece à Baía do Tejo” é um rizoma, um projeto que abarca diferentes camadas e que se desenhou sobre a forma de uma residência artística, uma exposição e um projeto editorial.
A presente publicação é o último capítulo deste projeto, não só assume a importante missão de documentar aquilo que fora a instalação compósita na Baía do Tejo, como potencia o encontro entre artistas e autores resultando em mais um espaço de discurso, e configurando-se, também, como um espaço de criação, apresentando cinco novos trabalhos, em diálogo com o lugar, com os quais iniciamos o caminho neste fólio.»
Para testemunhar este momento e os novos trabalhos que agora marcam esta importante edição, convida-se toda a comunidade a marcar presença num evento que será partilhado pelos artistas, pela Casinfância, pela Baía do Tejo, pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Câmara Municipal do Barreiro e pelos parceiros Osso - Associação Cultural e a Galeria VIA IDEA.
Acontece já no próximo sábado, 10 de março, pelas 17:00h, no Museu Industrial Baía do Tejo, no Barreiro.













