Setúbal - Programação SemanalCinema Charlot - Auditório Municipal
No dia 16 de Março - COLO (Estreia Nacional) - Realizador: Teresa Villaverde.
Com: João Pedro Vaz, Alice Albergaria Borges, Beatriz Batarda, Clara Jost, Dinis Gomes, Ricardo Aibéo, Simone de Oliveira.

Por Jornal Rostos
O ÚLTIMO RETRATO (Estreia Nacional)
FINAL PORTRAIT
Realizador: Stanley Tucci
Com: Armie Hammer, Geoffrey Rush, Clémence Poésy, Tony Shalhoub, Sylvie Testud
País: Reino Unido
Género: Biografia/Comédia/Drama
Duração: 90’
Classificação: m/12
Diariamente: 21h30
Sábado e Domingo: 16h00;21h30
Sinopse:
Enquanto de visita a Paris, em 1964,James Lord, escritor americano e amante das artes, é convidado pelo reconhecido artista Albert Giacometti a pousar para um retrato. Giacometti assegura a Lord que o processo demorará apenas alguns dias. Lisonjeado e curioso, Lord concorda em posar.Assim começa não só a história de uma peculiar amizade, mas também uma exploração, através do olhar de Lord, sobre a beleza, frustração, profundidade e ocasional caos do processo artístico. O ÚLTIMO RETRATO é o retrato de um génio e de uma amizade entre dois homens profundamente diferentes, que vão ficando cada vez mais próximos um do outro através de um singular e sempre mutável ato de criatividade. É um filme que nos mostra como o processo artístico é algo por vezes excitante, exasperante ou incompreensível, ao mesmo tempo que questiona se o talento do verdadeiro artista é uma bênção ou uma maldição.
15 e 16 de Março 2018
COLO (Estreia Nacional)
COLO
Realizador: Teresa Villaverde
Com: João Pedro Vaz, Alice Albergaria Borges, Beatriz Batarda, Clara Jost, Dinis Gomes, Ricardo Aibéo, Simone de Oliveira
País: Portugal
Género: Drama
Duração: 136’
Classificação: m/16
5ª e 6ª feira: 18h00
Sinopse:
Em Lisboa, uma mãe trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silencio e culpa. O filme é uma reflexão muito actual, e quase serena, sobre o nosso caminho comum como sociedades europeias de hoje, sobre o nosso isolamento, a nossa perplexidade perante as dificuldades que nos vão surgindo, sobre a nossa vida nas cidades e dentro das nossas famílias. É um filme em tensão crescente que nunca chega a explodir.













