Dead Combo no Seixal com canções e ambiência de «Odeon Hotel»Sexto álbum de originais na rua em abril

Por Jornal Rostos
Gravado em Lisboa, nos Estúdios Namouche, em setembro de 2017, o registo tem a produção de Alain Johannes, que trabalhou com os Queens of Stone Age, PJ Harvey e Chris Cornell, entre outros. O resultado é um trabalho que faz a síntese perfeita entre a portugalidade e a universalidade que caracterizam a formação criada por Tó Trips e Pedro Gonçalves.
Para apresentar o álbum no Auditório Municipal os dois fundadores da banda trazem consigo Alexandre Frazão, que reaparece na bateria depois de ter cumprido a mesma função no álbum; Gui, nos sopros e nas teclas, e António Quintino, que tem a cargo o baixo, o contrabaixo e as guitarras. Composto por treze músicas, pela primeira vez na história da banda o disco é editado em todo o mundo, com o selo da Sony Music.
Com o novo álbum, adicionando mais canções a um repertório que tem fãs dentro e fora de fronteiras, os Dead Combo reafirmam a trajetória extraordinária que têm vindo a desenhar e prestam provas da razão pela qual são uma das mais interessantes e incontornáveis bandas do panorama musical português.
Músicos: Tó Trips (guitarras), Pedro Gonçalves (contrabaixo, guitarras, melódica e pianinho), Alexandre Frazão (bateria), Gui (sopros e teclas) e António Quintino (baixo, contrabaixo e guitarras)
M/ 6 anos . Ingresso: 12 euros
Fonte - CMS













