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Moldura

Festival de Almada - Jean Bellorinitraz um vagabundo cheio de amor e de sonhos ao TMJB

Na segunda, dia 9 de Julho, às 15h, começa O sentido dos Mestres na Casa da Cerca, formação dirigida pela coreógrafa e bailarina Olga Roriz e apoiado pela Share Foundation.

O Festival de Almada continua às 18h, na Escola D. António da Costa, com a oportunidade de conhecer e falar com a actriz Viviane De Muynck no Colóquio na Esplanada.

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Festival de Almada - Jean Bellorini traz um vagabundo cheio de amor e de sonhos ao TMJB

Por Jornal Rostos

Os espectáculos regressam às 18h: em Almada, no Teatro-Estúdio António Assunção, pode ver Final do amor, de Pascal Rambert, com encenação de Ivica Buljan; e em Lisboa, no Teatro do Bairro, Colónia penal, de Jean Genet, com encenação de António Pires.

Às 19h a CTA apresenta, na Sala Experimental do TMJB, Bonecos de luz, um texto de Romeu Correia com encenação de Rodrigo Francisco, e às 21h, no mesmo teatro mas na Sala Principal, é a vez de Jean Bellorini e o Théâtre Gérard Philipe – Centre Dramatique National de Saint-Denis apresentarem um texto de Ferenc Molnár: Liliom ou a vida e a morte de um vagabundo.

O escritor húngaro Ferenc Molnár (1878-1952) é praticamente desconhecido nos palcos portugueses, mas há quem não hesite em considerá-lo um dos maiores dramaturgos modernos. Liliom, uma “lenda suburbana”, é a sua peça mais levada à cena, porventura graças ao filme que Fritz Lang estreou em 1934. O espectáculo que agora chega a Almada estreou em 2013 e tem realizado uma longa digressão em França, que o levou inclusive ao Odéon – Théâtre de l’Europe. E a crítica francesa tem-se rendido à história deste Liliom, um vagabundo cheio de amor e de sonhos, aqui contada numa feira popular que, de alguma forma, prenuncia a candura e a catástrofe de Casimiro e Carolina, de Horváth: “Jean Bellorini é um dos encenadores mais talentosos da sua geração” (France Presse); “Liliom é um vagabundo magnífico” (Les Echos); “Uma encenação cheia de alegria” (Les Inrockuptibles).

Jean Bellorini (n. 1981) é já um nome firmado na cena teatral francesa. Director artístico do Théâtre Gérard Philipe de Saint-Denis, num bairro periférico de Paris, o seu percurso à frente dessa casa tem-lhe valido convites para criar espectáculos em palcos como o Berliner Ensemble ou a pedreira de Boulbon, no Festival d’Avignon. O seu espectáculo de estreia (Piaf, l’ombre de la rue, em 2002) deu mais de 300 apresentações por toda a França. Foi artista associado do Théâtre National de Toulouse entre 2011 e 2013 e, em 2014, recebeu dois prémios Molière.

Texto de Ferenc Molnár | Encenação de Jean Bellorini

INTERPRETAÇÃO: Julien Bouanich, Amandine Calsat, Delphine Cottu, Jacques Hadjaje, Clara Mayer, Julien Cigana, Teddy Melis, Marc Plas, Morgane le Cuff, Hugo Sablic, Sébastien Trouvé e Damien Vigouroux
CENOGRAFIA E DESENHO DE LUZ: Jean Bellorini
MÚSICA: Jean Bellorini, Lidwine de Royer Dupré, Hugo Sablic e Sébastien Trouvé
FIGURINOS: Laurianne Scimemi
MAQUILHAGEM: Laurence Aué

LÍNGUA: Francês (legendado em português)

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | SALA PRINCIPAL | M/12

9 JUL | SEG | 21H
10 JUL | TER |19H
PREÇO:15€

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