Alunos da Faculdade de Arquiteturaaliam-se aos SMAS de Almada para idealizar o Museu da Água
O protocolo prevê a futura idealização para o museu da água, previamente imaginado pelos alunos de mestrado de arquitetura da Faculdade de Arquitetura de Lisboa, coordenados pelo professor Miguel Baptista-Bastos.

Por Jornal Rostos
Cerca de quarenta alunos de mestrado do curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, da turma lecionada pelo professor e arquiteto Miguel Baptista-Bastos, irão imaginar o futuro museu da água em Almada. Ao longo do segundo semestre, os alunos irão constituir grupos com o máximo de cinco elementos e desenvolver as suas ideias. Apesar da confirmação destes quarenta alunos, o concurso é extensível a todas as turmas e alunos do curso de mestrado de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura de Lisboa, o que representa um universo de 400 alunos.
Os trabalhos estarão concluídos no final do semestre letivo de 2019. Nessa altura, serão entregues aos SMAS de Almada para avaliação. “Este protocolo é muito importante para os SMAS porque estamos a dar oportunidade aos atuais alunos e futuros arquitetos de cooperar connosco naquele que poderá vir a ser um museu estratégico para o nosso concelho”. Afirma Miguel Salvado, vereador administrador executivo dos SMAS de Almada.
Um júri a constituir para o efeito, irá atribuir um prémio a cada um dos vencedores. Mais tarde, as ideias poderão ser previstas na elaboração para o futuro Museu da Água em Almada. No protocolo está ainda previsto que os vencedores tenham acesso a um estágio nos SMAS ou na Câmara Municipal de Almada. “Este protocolo é muito útil por parte aos alunos, conferindo-lhes uma antecipação prática e operativa para a sua futura vida profissional. É fundamental que a academia estabeleça estas parcerias com as autarquias, sendo que este protocolo tem uma dimensão renovadora, auxiliando deste modo a autarquia para futuras ideias, visões, estratégias e caminhos para um futuro projeto.”. Afirma o professor, Miguel Baptista Bastos.
Como desígnio a imaginar, o museu da água terá um auditório multiusos e uma zona de interpretação ambiental. Está ainda prevista, uma horta biológica e pedagógica e uma zona museológica tradicional e outra digital. A parte cultural não foi esquecida e por isso, no museu haverá um espaço para exposições permanentes e temporárias, sempre relacionadas com a temática da água. “Queremos que este museu seja um espaço para as escolas, mas também para todos os almadenses. Um sítio onde se pode aprender, passear e brincar. Os SMAS trabalham com um nível de excelência que deve ser reconhecido por todos, este protocolo vem ajudar nessa missão”. Afirma Miguel Salvado, vereador administrador executivo dos SMAS de Almada.













