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«Estação Sul e Sueste» no âmbito do projecto Terminal BApresenta uma janela 12 visões sobre o Barreiro: Onde Estou – O que Vejo.

. Inauguração de Terminal B #10 Onde Estou - O que Vejo, de Clara Imbert, no dia 15 de Junho, às 18h00, na entrada principal do Mercado Municipal 1.º de Maio.

“Onde Estou - O que Vejo” foi pensado após diversas visitas aos terrenos vacantes do parque industrial. Foram recolhidos objectos, artefactos, texturas e cores, construindo-se o arquivo arqueológico do lugar.

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«Estação Sul e Sueste» no âmbito do projecto Terminal B Apresenta uma janela 12 visões sobre o Barreiro: Onde Estou – O que Vejo.

Por Jornal Rostos

Onde Estou – O que Vejo
Estação Sul e Sueste apresenta, no âmbito do projecto Terminal B, uma janela 12 visões sobre o Barreiro: Onde Estou – O que Vejo.

Clara Imbert desenvolve um trabalho centrado na “dupla existência”. Trata questões de ilusão, perspectiva, processos de transformação, distorção e recombinação, transportando-nos. As peças de Imbert são sobretudo referências a novas geografias e orografias que somos convidados a viajar. O método criativo da artista é a dicotomia entre a viagem anacrónica e a estrutura pousada in-situ. As peças são sempre site-specific, dialogando com o espaço e tratando matérias do quotidiano, lapidadas ou deformadas mostrando o seu inverso ou outro universo.

Para a representação de uma “segunda realidade”, Imbert socorre-se da desconstrução de maquinarias-métricas ou aparelhos de navegação que são, em simultâneo as referencias para uma jornada à descoberta do centro da terra ou uma epopeia até à linha do horizonte. O multiverso que explora é sobretudo a percepção menos óbvia de uma situação corrente ou de um lugar-comum.

“Onde Estou - O que Vejo” foi pensado após diversas visitas aos terrenos vacantes do parque industrial. Foram recolhidos objectos, artefactos, texturas e cores, construindo-se o arquivo arqueológico do lugar.

A instalação é um instrumento que incorpora a janela, funcionando como uma lupa de realidade aumentada. O interveniente veste a pele de um argonauta para dissecar uma substancia desconhecida. A visão estética de Clara Imbert é substituída pela curiosidade quase científica, desafiando o público a integrar o processo de conhecimento.

A exposição inaugura sábado dia 16 de Junho às 18h00 e está patente até dia 12 de Julho - Porta principal do e Mercado 1.º de Maio no Barreiro.

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