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Como alternativa imediata ao MontijoGEOTA defende estudar a utilização do atual aeroporto de Beja

. Avaliação ambiental estratégica sobre novo aeroporto de Lisboa: será desta?

Como alternativa imediata ao Montijo, o GEOTA defende estudar a utilização do atual aeroporto de Beja, com boas condições operacionais, em conjugação com uma ligação ferroviária rápida a Lisboa. Trata-se de uma solução Portela+1, certamente mais económica, e permitindo investimento no interior Alentejano, contribuindo para a coesão territorial.

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Como alternativa imediata ao Montijo GEOTA defende estudar a utilização do atual aeroporto de Beja

Por Jornal Rostos

O Ministro das Infraestruturas e Habitação referiu recentemente que poderá vir a ser feita uma avaliação ambiental estratégica (AAE) a propósito do novo aeroporto de Lisboa.

São boas notícias! E, finalmente, o reconhecimento pelo Governo de algo que o GEOTA e muitas outras entidades defendem há vários anos.

A AAE é a ferramenta adequada para dar resposta a um conjunto de questões prévias a qualquer decisão. É essencial uma adequada justificação do projeto, análise de estratégias e alternativas: não apenas alternativas de localização do aeroporto, mas também alternativas de transporte (designadamente a ferrovia) e alternativas sem deslocação (como o tele-trabalho). Quanto ao turismo em Lisboa, há que discutir seriamente que vivência e turismo e queremos na cidade.

Mas para além de ser a ferramenta adequada, a AAE é uma obrigação legal ao abrigo do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial.

Como alternativa imediata ao Montijo, o GEOTA defende estudar a utilização do atual aeroporto de Beja, com boas condições operacionais, em conjugação com uma ligação ferroviária rápida a Lisboa. Trata-se de uma solução Portela+1, certamente mais económica, e permitindo investimento no interior Alentejano, contribuindo para a coesão territorial.

Sobre o GEOTA

O GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente é uma Organização Não-Governamental de Ambiente (ONGA) de âmbito nacional, com estatuto de Utilidade Pública. Constituiu-se legalmente em 1986, mas a sua existência enquanto grupo de reflexão e educação na área do ambiente remonta a 1981.

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