Almada - Hospital Garcia de Orta regista hoje um total de 176 doentes positivosForam convertidas mais 5 camas cirúrgicas em camas médicas

Por Jornal Rostos
Hoje, dia 18 de janeiro de 2021 e em enfermaria, o hospital volta a registar um crescimento dos doentes internados positivos para a infeção por SARS-COV-2 e a ajustar a lotação afeta à COVID-19, de modo a acomodar a necessidade do número de doentes internados positivos por infeção por SARS-COV-2.
Para responder à pressão assistencial atual, devido à elevada procura de doentes “Covid” e doentes “não Covid”, o hospital adotou novas medidas. Ontem, dia 17-01-2021 foram convertidas mais 5 camas cirúrgicas em camas médicas. Apesar disso, o Hospital mantém as vagas ocupadas na totalidade.
No decorrer da articulação regional permanente com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, o Hospital Garcia de Orta transferiu ainda ontem, dia 17-01-2021, dois doentes para outros hospitais e durante o dia hoje, aguarda vagas para transferências para outros hospitais.
A nível local, dos concelhos de Almada e Seixal, o HGO prevê que seja prolongado o funcionamento das áreas dedicadas para doentes respiratórios – ADR – do Laranjeiro e do Seixal, até às 20h00.
O Hospital Garcia de Orta apela à população dos Concelhos de Almada e Seixal, para que, em caso de situações de doença aguda, recorra em primeiro lugar ao seu Médico de Família/Centros de Saúde, e em caso de sinais e sintomas compatíveis com doença respiratória aguda, se dirija às áreas dedicadas para doentes respiratórios – ADR - dos Centros de Saúde - reservando as situações mais graves, agudas e urgentes para serem assistidas no hospital.
O HGO permanece no nível III do seu Plano de Contingência, apresentando à data de hoje uma taxa de ocupação superior a 250%, relativamente ao que previa o Plano de Contingência, nomeadamente de 66 camas em enfermaria e 9 de cuidados intensivos, destinadas a doentes positivos para SARS-CoV-2.
Uma vez mais, o HGO agradece o elevado esforço, dedicação e compromisso dos seus profissionais. O Hospital continuará a adotar as soluções adequadas para aumentar a capacidade de resposta aos doentes servidos pela instituição.
Continuamos a trabalhar para no final do mês de janeiro poder expandir a Área Dedicada ao Atendimento de Doentes Respiratórios (ADR) do Serviço de Urgência Geral, bem como uma nova enfermaria, em estrutura modular, para prestar assistência a doentes “Covid”.
Na Região de Lisboa de Vale do Tejo, o HGO tem sido um dos hospitais com maior volume de doentes infetados por SARS-COV-2, internados em enfermaria. No universo dos hospitais daquela região, tem mantido uma taxa de esforço elevada e contínua, para prestar cuidados a doentes “Covid-19.
Desde o início da pandemia, o Hospital tem vindo a adotar diferentes medidas de forma a responder e melhorar o acesso à prestação de cuidados, a “doentes Covid-19” e “doentes não Covid-19.”:
1. No Serviço de Medicina Intensiva investiu na criação de seis (6) quartos individuais de pressão negativa que permitem uma gestão flexível, de acordo com as necessidades “Covid-19” e “não Covid-19”;
2. Foram aumentados os recursos humanos da UCI;
3. Na ampliação da capacidade na UCI para “doentes Covid-19” e “não Covid-19” foram efetuadas obras de melhoria, na ordem dos 400 mil euros. A criação de novos quartos de isolamento representou um investimento adicional de mais de meio milhão de euros, em equipamento;
4. A Unidade de Cirurgia de Ambulatório do HGO foi temporariamente transformada em UCI, para dar resposta aos doentes infetados pelo SARS-Cov-2;
5. O Hospital está a reavaliar a Lista de Espera de Inscritos para Cirurgia com os Serviços Cirúrgicos, de modo a relançar a contratação de salas Cirúrgicas fora do HGO, com equipas cirúrgicas do HGO, durante janeiro de 2021.













