Hospital Garcia de Orta em AlmadaRegista hoje um total de 232 doentes positivos
. 23 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos
O Hospital Garcia de Orta (HGO) apela à população dos Concelhos de Almada e Seixal, para, que em caso de doença, recorra em primeiro lugar ao Médico de Família/Centro de Saúde.

Por Jornal Rostos
O Hospital Garcia de Orta verifica novamente um crescimento dos doentes internados em enfermaria positivos para a infeção por SARS-COV-2 e a necessidade de reajustar a lotação afeta à COVID-19, para acomodar a necessidade do número de doentes internados positivos por infeção por SARS-COV-2.
O Hospital Garcia de Orta regista hoje, dia 29 de janeiro de 2021, um total de 232 doentes positivos por infeção por SARS-COV-2, dos quais 200 estão internados em enfermaria, 23 doentes em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e 9 doentes internados em Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD).
Numa semana, de 22 a 29 de janeiro, o HGO verificou um aumento de 196 para 232 doentes, um crescimento de 18% de doentes internados. Em UCI esse aumento, e na mesma semana, foi de 21%. Dos 19 doentes internados em UCI, no dia 22 de janeiro, o HGO conta hoje com 23 internados em UCI.
O Hospital mantém a sobrelotação do Serviço de Urgência Geral, na vertente da área respiratória.
O Hospital Garcia de Orta (HGO) apela à população dos Concelhos de Almada e Seixal, para, que em caso de doença, recorra em primeiro lugar ao Médico de Família/Centro de Saúde.
Em caso de sinais e sintomas, compatíveis com doença respiratória, a população deve dirigir-se primeiro às áreas dedicadas para doentes respiratórios - ADR - dos Centros de Saúde - reservando as situações mais complexas, graves, agudas e urgentes para serem assistidas no hospital.
O HGO permanece no nível III do seu Plano de Contingência. A taxa de ocupação de camas por doentes, em Enfermaria e em UCI, em função das camas disponibilizadas pelo hospital, no Nível de Contingência que planeou, mantém-se perto dos 300%. Recorde-se que o Plano de Contingência do HGO, no que respeita a resposta a doentes positivos para SARS-CoV-2, previa 66 camas em enfermaria e 9 de cuidados intensivos.
Nos últimos três (3) meses, o HGO tem mantido uma taxa de esforço elevada e contínua, sendo um dos hospitais da Região de Lisboa e Vale do Tejo com maior número de doentes Covid, internados em enfermaria e cuidados intensivos.













