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Moldura

Estreia no Cineclube do Barreiro «Cartografia em três movimentos»Uma Curtametragem de Inês Alexandra Costa e Mário J. Negrão.

. Sábado, dia 23 de Abril, 17h00 (estreia), de novo pelas 21h00, e, no domingo. dia 24 de abril, pelas 17h00

Resultante de uma residência artística que decorreu na Baía do Tejo, este fim de semana estreia a «Cartografia em três movimentos», um projeto que tem como âmbito a criação artística (vídeodança) e abrange as áreas Culturais das Artes Performativas/Dança. É uma Curtametragem de Inês Alexandra Costa e Mário J. Negrão.

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Estreia no Cineclube do Barreiro «Cartografia em três movimentos» Uma Curtametragem de Inês Alexandra Costa e Mário J. Negrão.

Por Jornal Rostos

“Cartografia em três movimentos” é uma peça a solo que surge em contexto pandémico, no âmbito de revisitar as memórias da cidade natal da criadora que se encontrava em lockdown. Pretende-se contribuir para uma visão contemporânea da história, refletindo sobre histórias, situações e pessoas, através da Arte de Dança e de Vídeo, apoiando a comunidade da cidade do Barreiro. Esta peça caracteriza as emoções, vivências ao longo do tempo entre o passado e o presente, pelos locais históricos da cidade e os pontos de encontro, onde se revisitam as memórias da cidade.

Nesta curta-metragem de vídeodança, pretende-se que as pessoas revivam emoções de outros tempos até aos tempos atuais, num sentimento de união e de relação com os factos históricos anteriormente vividos na mesma. Exploram-se paralelismos da sociedade atual, com eventos passados, que fazem de nós hoje uma sociedade diferente. Que tempo? O tempo e as emoções, as pessoas, as ações, as vivências, as partilhas, o desenvolvimento, a descoberta e a capacidade de adaptação de tantos outros até chegar a nós carregados por ele. Não obstante, enfrentam-se novos desafios, onde o ser humano necessita de se continuar a desenvolver, consciencializar e ter a capacidade de ser resiliente para um futuro e sociedade melhores.

Pelo seu caráter próprio e pela singularidade das paisagens industriais que os caracterizam, os territórios da Baía do Tejo são procurados com frequência para desenvolvimento das mais diversas expressões artísticas.
A Baía do Tejo acolhe sempre que possível residências artísticas e estimula a interação entre as artes e a cultura com a realidade industrial e empresarial que se vive nos seus parques empresariais. A relação com as artes vai necessariamente promover novas visões, perspetivas e reinterpretações dos territórios, destacando a sua excecionalidade, poder de atração e adn únicos.

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