Estreia no Cineclube do Barreiro «Cartografia em três movimentos»Uma Curtametragem de Inês Alexandra Costa e Mário J. Negrão.
Resultante de uma residência artística que decorreu na Baía do Tejo, este fim de semana estreia a «Cartografia em três movimentos», um projeto que tem como âmbito a criação artística (vídeodança) e abrange as áreas Culturais das Artes Performativas/Dança. É uma Curtametragem de Inês Alexandra Costa e Mário J. Negrão.

Por Jornal Rostos
“Cartografia em três movimentos” é uma peça a solo que surge em contexto pandémico, no âmbito de revisitar as memórias da cidade natal da criadora que se encontrava em lockdown. Pretende-se contribuir para uma visão contemporânea da história, refletindo sobre histórias, situações e pessoas, através da Arte de Dança e de Vídeo, apoiando a comunidade da cidade do Barreiro. Esta peça caracteriza as emoções, vivências ao longo do tempo entre o passado e o presente, pelos locais históricos da cidade e os pontos de encontro, onde se revisitam as memórias da cidade.
Nesta curta-metragem de vídeodança, pretende-se que as pessoas revivam emoções de outros tempos até aos tempos atuais, num sentimento de união e de relação com os factos históricos anteriormente vividos na mesma. Exploram-se paralelismos da sociedade atual, com eventos passados, que fazem de nós hoje uma sociedade diferente. Que tempo? O tempo e as emoções, as pessoas, as ações, as vivências, as partilhas, o desenvolvimento, a descoberta e a capacidade de adaptação de tantos outros até chegar a nós carregados por ele. Não obstante, enfrentam-se novos desafios, onde o ser humano necessita de se continuar a desenvolver, consciencializar e ter a capacidade de ser resiliente para um futuro e sociedade melhores.
Pelo seu caráter próprio e pela singularidade das paisagens industriais que os caracterizam, os territórios da Baía do Tejo são procurados com frequência para desenvolvimento das mais diversas expressões artísticas.
A Baía do Tejo acolhe sempre que possível residências artísticas e estimula a interação entre as artes e a cultura com a realidade industrial e empresarial que se vive nos seus parques empresariais. A relação com as artes vai necessariamente promover novas visões, perspetivas e reinterpretações dos territórios, destacando a sua excecionalidade, poder de atração e adn únicos.













