Ponte dos Afetos no Cais das FaluasMontijo está a cumprir hoje um dos requisitos para ser uma boa cidade dos afetos
Montijo foi uma das cidades pioneiras a aderir ao Movimento Cidade dos Afetos que já integra 20 cidades, um movimento que é fruto da ligação entre a saúde pública e as autarquias.

Por Jornal Rostos
No âmbito do Movimento Cidade dos Afetos e das comemorações dos Dia Mundiais da Saúde e da Atividade Física teve lugar a inauguração simbólica da “Ponte dos Afetos” no dia 15 de abril, no Cais das Faluas.
Esta iniciativa contou com a presença do presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, do fundador do Movimento Cidade dos Afetos, Mário Durval e de Lina Guarda – delegada de saúde e coordenadora da Unidade de Saúde Pública Arnaldo Sampaio do Montijo.
Mário Durval referiu que “Montijo está a cumprir hoje um dos requisitos para ser uma boa cidade dos afetos que é inscrever no território o nome dos afetos”.
Montijo foi uma das cidades pioneiras a aderir a este movimento que neste momento já leva consigo 20 cidades e sentimos um grande orgulho por termos iniciado este movimento fruto da ligação entre a saúde pública e as autarquias que indica exatamente o que é que os afetos fazem para a nossa população: as nossas relações com a cidade e as pessoas fortalecem a nossa saúde”
Lina Guarda garantiu que “este é um dos sonhos que nos tem guiado (Unidade de Saúde Pública do Montijo) e está inscrito no nosso plano de ação 2022 – 2024”.
O presidente da Câmara referiu que “quisemos deixar uma marca dos afetos da cidade e por isso esta ponte vai passar a denominar-se assim, simboliza a tolerância, o respeito, a capacidade que temos de ter de nos darmos de conseguirmos ter com quem está ao nosso lado, o nosso vizinho.
“Uma cidade só se constrói com solidariedade para com o outro, com entendimento entre vizinhos, com afetos entre as pessoas seniores e os mais novos, se não tivermos essa capacidade, se caminharmos nos tempos que vivemos hoje, infelizmente, de cada vez mais egoísmo e individualismo, o que vemos é o aparecimento de guerras e conflitos”
A cerimónia contou ainda com a animação proporcionada pelos Projetos de Envelhecimento Ativo da Câmara Municipal do Montijo, pelo grupo de percussão ANAU a Rufar e pelo projeto Loucamente da Cercima.
A iniciativa da Câmara Municipal do Montijo e da Unidade Local de Saúde Arco Ribeirinho é um ato simbólico da inscrição, no território, da importância dos afetos na promoção da saúde e qualidade de vida da população.
Fonte - CMM













