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Moldura

“Fruta Cores” aplaudidona estreia do Casino Estoril

Numa memorável noite de estreia, “Fruta Cores” esgotou o Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Compareceram diversas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, nomeadamente das áreas da política, cultura e dos media. O novo espectáculo, da autoria de Júlio César, conquistou a assistência, que se rendeu ao talento do corpo de bailado, bem como aos diferentes ritmos musicais e aos variados jogos de luzes, que enquadraram a tematização dos frutos.
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Por Jornal Rostos

Num ambiente envolvente, “Fruta Cores” distingue-se pela sua forma simples e apelativa. Na realidade, o espectáculo apresenta tudo aquilo que um fruto tem. Laranja, Ananás, Melão, Cereja, Abóbora, Morango, Pêra, Romã, Uva, Maçã, Figo, Banana desfilam, em palco, apresentando múltiplas simbologias.

Em “Fruta Cores”, destacam-se os apontamentos cenográficos nos sucessivos quadros do espectáculo. O espaço cénico é preenchido, em especial, por uma árvore dissecada, que personifica a mãe de todos os frutos, e por uma gigantesca cornucópia que representa a abundância.

Com direcção musical de Pedro Osório e colaboração de Rui Filipe, a música assume um cariz marcadamente de ruptura. A excelência das vozes de Rita Guerra e Dora ocupa um lugar de destaque. As cantoras lado a lado, por vezes em dueto, actuam nos temas “Cereja”, “Uvas”, “Banana”, encerrando, ainda, o espectáculo.

“Fruta Cores” conta, ainda, com direcção coreográfica de Juan Carlos Manrique. Os figurinos são de Danielo, a iluminação de Andrew Gardner e a cenografia de Sandy Klemens Fisahn. Integram o elenco duas cantoras e um corpo de ballet com 40 elementos, constituído por 30 bailarinas e 10 bailarinos.

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