“Os Verdes”“A montanha pariu um rato”
Em comunicado de imprensa, “os verdes” apresentam a sua posição sobre o comunicado do Primeiro Ministro, Pedro Santana Lopes, realizado ontem. “Depois de tanto suspense, era legítimo esperar que o discurso do Primeiro Ministro viesse trazer ao país novidades estruturantes para ultrapassar a crise e travar a instabilidade vivida pelos portugueses. Mas afinal, a montanha pariu um rato.”
Por Jornal Rostos
“Toda esta encenação, à qual Pedro Santana Lopes já nos habituou, resumiu-se à apresentação de um conjunto de promessas, mil e uma vezes ditas e desditas, como por exemplo, a baixa do IRS.
O discurso do Primeiro Ministro não foi mais do que um tempo de antena do PSD, em plena campanha eleitoral para as Regiões Autónomas, à custa dos dinheiros públicos e em horário privilegiado.
Mesmo que algumas destas promessas venham a concretizar-se, o Governo não deixa de dar uma migalha com uma mão, para retirar com a outra um pão, aumentando os preços de bens essenciais, tais como os dos transportes e da saúde.
Para “Os Verdes” é ainda escandaloso o desafio, mais uma vez implícito neste discurso, lançado ao Presidente da República, quando Santana Lopes garante que “cumprirá o seu mandato até ao fim da legislatura”.
Por último, “Os Verdes” gostariam que o Presidente da República esclarecesse os portugueses sobre se considera que este Governo está a dar estabilidade ao país e se é normal que um Governo de um nação democrática, para além de praticar actos de censura, se mostre, através do seu Primeiro Ministro, francamente solidário com elementos que asseguram publicamente e descaradamente, tal como fez Alberto João Jardim na Madeira, que não respeitam a Constituição da República Portuguesa.”
O discurso do Primeiro Ministro não foi mais do que um tempo de antena do PSD, em plena campanha eleitoral para as Regiões Autónomas, à custa dos dinheiros públicos e em horário privilegiado.
Mesmo que algumas destas promessas venham a concretizar-se, o Governo não deixa de dar uma migalha com uma mão, para retirar com a outra um pão, aumentando os preços de bens essenciais, tais como os dos transportes e da saúde.
Para “Os Verdes” é ainda escandaloso o desafio, mais uma vez implícito neste discurso, lançado ao Presidente da República, quando Santana Lopes garante que “cumprirá o seu mandato até ao fim da legislatura”.
Por último, “Os Verdes” gostariam que o Presidente da República esclarecesse os portugueses sobre se considera que este Governo está a dar estabilidade ao país e se é normal que um Governo de um nação democrática, para além de praticar actos de censura, se mostre, através do seu Primeiro Ministro, francamente solidário com elementos que asseguram publicamente e descaradamente, tal como fez Alberto João Jardim na Madeira, que não respeitam a Constituição da República Portuguesa.”













