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Moldura

No Auditório Municipal Augusto Cabrita.A Purga do Bebé” uma hilariante comédia

No mês do Teatro do Barreiro, a Companhia de Teatro de Almada, leva à cena a peça “A Purga do Bebé” ,uma hilariante comédia de Georges Feydeau, no dia 19 de Março, às 21h30m, no Auditório Municipal Augusto Cabrita.

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No Auditório Municipal Augusto Cabrita. A Purga do Bebé” uma hilariante comédia

Por Jornal Rostos

Depois do êxito no Teatro Municipal de Almada e no Teatro Lethes de Faro, a comédia hilariante de Georges Feydeau: A purga do bebé, vai estar em cena no dia 19 de Março de 2005, às 21h30m no Auditório Municipal Augusto Cabrita – Parque da Cidade, no Barreiro.
O preço dos bilhetes é de 7,5 € para a plateia e de 5 € para as frisas. Desconto de 25% para reformados, portadores do cartão de estudante, pessoas portadoras de deficiência, 15% para grupos a partir de 5 pessoas.
A purga do bebé tem encenação de Vítor Gonçalves, tradução de José Martins, cenografia e figurinos de Maria João Silveira Ramos, luz de José Carlos Nascimento e interpretação de André Gomes, Francisco Costa, Joana Fartaria, Luís Ramos, Maria Frade, Miguel Martins e Teresa Gafeira.

“A purga do bebé é representada pela primeira vez a 12 de Abril de 1910 no Nouveautés. A purga do bebé arranca tais gargalhadas que acaba por fazer oitenta e cinco representações.
A crítica é excelente: no L’Ilustration théâtrale, Gaston Sorbets estima que a peça pertence à grande tradição e que tem, no seu género, “qualquer coisa de clássico”. Um outro evoca Moliére. Quase todos sublinham um renovamento total de inspiração em Feydeau, que passa do vaudeville altamente maquinado à observação directa dos seres e das coisas… logo, à comédia. Encorajam o autor a manter-se nesta linha, qualificando mesmo de “pequena obra-prima” a nova peça.
Há uma novidade que no entanto a crítica não sublinhou suficientemente: a criação de uma personagem até aí desconhecida da cena francesa, a do enfant terrible, a do pequeno Totó, aliás o bebé. A fraqueza da sua mãe, a negligência e a irresponsabilidade do seu pai tornam-no numa criança exasperante, de grande verosimilhança e que, infelizmente, ainda não perdeu a actualidade.”
Henry Gidel

Sobre a apresentação aquando da estreia no Teatro Municipal de Almada – João Carneiro – crítico de teatro do jornal Expresso – escreveu:
“A peça de Feydeau é um exemplo de sofisticação, inteligência e economia (…)
(…) Personagens entram e saem meteoricamente (…)
Vítor Gonçalves encenou esta comédia mais negra do que parece com a simplicidade aparente que convém a um discurso tão «armadilhado» e os actores são peças-chaves na construção deste universo tão oleado e fluente… o conjunto funciona e o público ri com razão.”

Todas as informações e reservas podem ser obtidas, através dos telefones 212147411/2 das bilheteiras do Auditório Municipal Augusto Cabrita ou para o Teatro Municipal de Almada – 212752175, 212756567.

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