Amnistia Internacional -SetúbalPromove concerto de apresentação
Por Jornal Rostos
O evento será composto pela actuação de duas bandas de Setúbal (Louie Djimê e Mazgani), e uma banca com merchandising, petições e informação sobre a AI, como referimos irá decorrer no dia 21 de Julho, às 22h30, no Studio 4, em Setúbal.
O Núcleo de Setúbal é constituído por três elementos fundadores: Carla Ricardo (Coordenadora), Elisabete Falcão (Tesoureira) e Rute Silva (Secretária), conta com o apoio de mais cinco elementos e foi formalizado no dia 12 de Abril de 2005.
O que é a Amnistia Internacional ?
A Amnistia Internacional (AI) é uma Organização Não Governamental (ONG), de defesa e promoção dos direitos humanos. Sediada em Londres, surgiu em 1961, pelas mãos de Peter Benenson, falecido recentemente. Em Portugal, a AI surgiu nos anos 80, constituída inicialmente por um pequeno grupo de pessoas.
Até aos dias de hoje, a organização foi crescendo, em número de membros e apoiantes por todo o país. Desta evolução, surgiu a necessidade de dar respostas neste sentido, a nível local. Para isso, criaram-se Núcleos e Grupos da AI, cuja função é promover o respeito pelos direitos humanos, através da divulgação de casos e trabalhando de acordo com as necessidades locais.
Tanto a Secção Portuguesa, como os Núcleos e Grupos, são constituídos por voluntários, das mais diversas profissões e habilitações, cujo principal objectivo é a luta por um mundo melhor e mais justo.
Sendo uma ONG, não recebe apoios das Instituições Estatais, por uma questão de imparcialidade, à excepção da área de Educação para os Direitos Humanos.
Desta forma, a Secção Portuguesa sobrevive com base em patrocínios, apoios, quotas dos membros e venda de materiais (merchandising), sem contar com a dedicação e apoio de todos os voluntários.
O interesse pelos direitos humanos sempre foi nossa preocupação, mas de há alguns anos para cá, sentimos a necessidade de fazer algo mais do que pensar sobre estas questões.
O primeiro contacto com a AI surgiu em 2003, quando um elemento do núcleo foi estagiar na Secção Portuguesa. Desde essa altura, no decorrer de algumas conversas, foi-se avistando a possibilidade de organizar um Núcleo em Setúbal.
Núcleo de Setúbal da AI
O Núcleo de Setúbal é constituído por três elementos fundadores: Carla Ricardo (Coordenadora), Elisabete Falcão (Tesoureira) e Rute Silva (Secretária), conta com o apoio de mais cinco elementos e foi formalizado no dia 12 de Abril de 2005.
Estando numa fase embrionária, o Núcleo não dispõe de nenhuma estrutura de atendimento ao público, reúne num espaço cedido no Teatro do Elefante ( nas traseiras da Av. Bento Gonçalves, perto da Escola 2+3 Aranguez). No entanto, estamos disponíveis para esclarecimentos, contactos, colaborações ou outras questões através do e-mail aisetubal@iol.pt ou através do espaço Teatro do Elefante, onde qualquer pessoa pode deixar o seu contacto, que será encaminhado posteriormente para o Núcleo.
O nosso Núcleo pretende começar as acções pela Campanha Internacional que está a decorrer até ao ano de 2006- Violência Contra Mulheres- e Educação para os Direitos Humanos, com vista a acções de sensibilização em escolas e outras entidades.
Num futuro próximo, pensamos alargar o nosso âmbito de acções, tendo em conta as necessidades que vão surgindo por parte da população, como por exemplo trabalhos com os imigrantes e /ou comunidades locais, outras campanhas internacionais e todas as questões que nos afigurem relevantes.
Acerca do trabalho da AI
A Secção Portuguesa (e consequentemente, os Núcleos e Grupos) não trabalha casos nacionais. Esta questão, muitas vezes, leva o público a ficar confuso acerca das nossas acções. O que acontece é que, por uma questão de imunidade, autonomia e internacionalização do caso, os casos nacionais são divulgados e investigados por outros países tal como nós divulgamos os casos internacionais.
Esta estratégia possibilita uma dimensão internacional e uma pressão mediática da parte de todos os indivíduos. Em alguns países, infelizmente, se não fosse esta corrente internacional, morriam silenciosos nos seus países de origem, sem que fosse dada a oportunidade de ser feito algo por alguém, em qualquer parte do mundo.













