No Pinhal Novo“Crianças Soldado” tema de sessão de esclarecimento
A Amnistia Internacional- Núcleo de Setúbal, a propósito da comemoração do Dia Internacional da Convenção dos Direitos da Criança que se assinala no dia 20 de Novembro, promove uma iniciativa junto das crianças e jovens do Centro de Ocupação Infantil do Pinhal Novo.
Por Jornal Rostos
A Amnistia Internacional- Núcleo de Setúbal, a propósito da comemoração do Dia Internacional da Convenção dos Direitos da Criança que se assinala no dia 20 de Novembro, tendo este ano como temas : “Crianças Soldado”.
Para assinalar o Dia Internacional da Convenção dos Direitos da Criança, no dia 20 de Novembro, o Núcleo AISetúbal promove uma iniciativa junto das crianças e jovens do Centro de Ocupação Infantil do Pinhal Novo, nomeadamente uma Sessão de Esclarecimento sobre o tema das “Crianças Soldado” e a recolha de desenhos alusivos ao tema.
Exposição de Desenhos
Os desenhos serão expostos no domingo, dia 20 de Novembro, às 15 horas, no Bar Bombar ( no Largo da Fonte Nova), onde estarão durante uma semana.
Neste local irá estar também a efectuar-se a divulgação de uma petição para a União Europeia, a pedir que as leis já delineadas para os casos das crianças soldado sejam mais firmemente cumpridas e estas crianças mais protegidas.
Acabar com o Uso de Crianças Soldado
A Amnistia Internacional- Secção Portuguesa, a propósito desta efeméride divulgou o seguinte:
“Quero deixar-vos uma mensagem. Por favor façam tudo o que puderem para dizer ao mundo o que está acontecer connosco, as crianças. Para que outras crianças não tenham que passar por esta violência.”
Rapariga de 15 anos que conseguiu fugir do Exército de Resistência no Uganda
Os conflitos armados proliferam em todo o mundo, aumentando o número de crianças expostas à brutalidade da guerra. Com as novas armas, mais leves e fáceis de disparar, é mais fácil armar as crianças. Em todo o mundo, mais de meio milhão de crianças e jovens, rapazes e raparigas com menos de 18 anos, são recrutados quer por forças armadas governamentais, quer por grupos paramilitares e milícias civis. Da República Democrática do Congo ao Myanmar, passando pela Turquia e pelo Uganda, este desastre ocorre em mais de 85 países.
Crianças encorajadas a cometerem actos graves
Muitas destas crianças – algumas com menos de 10 anos – são frequentemente recrutadas ou raptadas para integrarem os exércitos e já testemunharam ou tomaram parte em actos de violência inimagináveis, muitas vezes contra as suas próprias famílias ou comunidades. Estas crianças estão expostas a situações de grande perigo e de sofrimento extremo, tanto físico como psicológico. São facilmente manipuláveis e encorajadas a cometerem actos graves, que muitas vezes não estão aptas a compreender. Muitas das raparigas-soldado além de lutarem nas frentes de batalha, ainda são usadas como escravas sexuais.
Acabar com o Uso de Crianças Soldado
A Amnistia Internacional faz parte da Coligação Internacional para Acabar com o Uso de Crianças Soldado. Além de combater este flagelo, a Coligação pretende alertar os governos de vários países para a necessidade de criar programas de reabilitação física e psicossocial, combinando os últimos desenvolvimentos sobre psicologia infantil com ritos e costumes tradicionais.”













