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No BarreiroConcerto de Ano Novo no Auditório Municipal Augusto Cabrita

A Orquestra de Câmara de Sintra (OCS) regressa ao Barreiro, no próximo dia 7 de Janeiro, para o Concerto de Ano Novo, no qual vai interpretar “As Quatro Estações”, de António Vivaldi. O espectáculo realiza-se no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC) e tem início às 21h30.

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No Barreiro Concerto de Ano Novo no Auditório Municipal Augusto Cabrita

Por Jornal Rostos

A entrada é livre, mediante a apresentação de ingressos, que podem ser levantados na Bilheteira do AMAC, 48 horas antes do espectáculo.

Para mais informações, pode contactar-se a Bilheteira do AMAC, pelo número de telefone 21 214 74 10 ou através do e-mail amac-bilheteira@mail.telepac.pt.

Constituída exclusivamente por jovens músicos portugueses, que pretendem contribuir para um novo dinamismo e qualidade na cena musical portuguesa, a OCS tem direcção musical do Maestro Henrique Piloto.

ORQUESTRA DE CÂMARA DE SINTRA

A Orquestra de Câmara de Sintra (OCS) está integrada na estrutura do Sintra Estúdio de Ópera e é constituída exclusivamente por jovens músicos portugueses, que pretendem contribuir para um novo dinamismo e qualidade na cena musical portuguesa.
A OCS estreou-se no dia 1 de Outubro de 2004, no concerto comemorativo do Dia Mundial da Música, realizado na Adega Regional de Colares, Sintra. Desde então, apresentou-se no “Festival Búsica”, no Auditório da Escola de Música e Bailado Nossa Senhora do Cabo, em Linda-a-Velha, no Auditório Municipal Augusto Cabrita, no Barreiro, participando também em diversas produções do Sintra Estúdio de Ópera em vários pontos do País com formações de música de câmara.
Participou na “Festa Pombalina”, realizada em Julho de 2005, no Palácio dos Marqueses de Pombal, em Oeiras, interpretando a obra Music for the Royal Fireworks, de Handel, com lançamento simultâneo de fogo de artifício. Realizou o concerto do Dia Mundial da Música 2005 no Palácio Nacional de Queluz e, mais recentemente, o concerto comemorativo da elevação de Sintra a Património Mundial, realizado no Palácio Nacional de Sintra.
Gravou um CD dedicado exclusivamente ao desenvolvimento da Sinfonia em Portugal no séc. XVIII e inícios do séc. XIX, apresentando, em primeira gravação absoluta, diversas obras de autores portugueses.
Actualmente conta com uma formação efectiva de 20 elementos e tem como Maestro Titular o maestro Henrique Piloto.

Henrique Piloto
Maestro titular da OCS

É formado em Direcção de Orquestra pela Academia Nacional Superior de Orquestra. Possui a licenciatura em Direcção Coral da Escola Superior de Música de Lisboa e o Curso de Canto Gregoriano do Instituto Gregoriano de Lisboa. Dirigiu a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Câmara de Macau, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra da Musikskola de Ümea (Suécia) e o Oratory Choir of Hong Kong. Foi elemento fundador do Coro Gregoriano de Lisboa e do Coro Syntagma Musicum.
Estudou com Christopher Bochmann, Jean-Marc Burfin e Jean-Sébastian Bérau.
A convite do Instituto Cultural de Macau, reside e trabalha neste território entre 1997 e 2001, dirigindo a Orquestra de Câmara de Macau. Faz várias digressões pela China, tendo dirigido em diversos festivais, nomeadamente no V Festival de Artes da China em Chengdu, no I Festival de Música de Pequim e no Festival de Artes de Shanghai, dirigindo música de compositores Portugueses. Ainda na China grava o “Concerto em Ré Maior para cordas” de Joly Braga Santos.
Dirige na cerimónia de transferência de autonomia de Macau para a China e é convidado a participar no I Orchestra Sumit no Japão para maestros residentes na Ásia.
De regresso a Portugal, é convidado a leccionar as classes de orquestra na Escola de Música N. Sra. do Cabo, no Conservatório Nacional, no Conservatório Metropolitano de Lisboa e na Academia de Música de Sta. Cecília.
Ministra ainda estágios de orquestra em Viana do Castelo, Leiria e Lisboa. Colabora com a Orquestra Jovens Músicos e com o Sintra Estúdio de Ópera. É convidado pelo Instituto Gregoriano a dirigir os seus coros em Festivais de Órgão na Sé de Lisboa.
Dirigiu a peça “Peer Gynt”, de Erik Ibsen, com música original de Eurico Carrapatoso, no Teatro Aberto, a convite do próprio compositor.
Tem-se apresentado em Portugal, Espanha, França, Suécia, China e Japão.

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