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Moldura

Câmara Municipal de Sesimbra dá a conhecer o património do concelho

No próximo sábado, dia 23 de Agosto, o Castelo de Sesimbra recebe uma visita diferente das habituais. Desta vez, o monumento, palco de batalhas e conquistas, vai poder ser visitado durante a noite, o que adensa o ambiente de mistério que envolve este tipo de fortificação.

4 min de leitura
Câmara Municipal de Sesimbra dá a conhecer o património do concelho

Por Jornal Rostos

À Noite no Castelo faz parte de um conjunto de propostas de Verão, organizadas pela Câmara Municipal de Sesimbra, que têm como função despertar o interesse pelo património e pela história, através de jogos, exercícios de orientação e expressão plástica e leitura de histórias. De uma forma divertida e, ao mesmo tempo, pedagógica proporciona-se, sobretudo aos mais novos, uma nova vivência do espaço museológico.
A actividade, que se desenvolve também na Capela do Espírito Santo dos Mareantes, repete-se no dia 30 de Agosto

Programa:
Capela do Espírito Santo dos Mareantes, Sesimbra
A Capela: Suas Histórias e Suas Obras (terças)
Outras obras do Museu (quartas)
Um Olhar Sobre o Hospital Medieval (quintas)
das 14.30 às 15.15h, das 15.30 às 16.15h, das 17 às 17.45 h e das 18 às 18.45h
• Destinatários: público em geral
• Limite de participantes: 10 pessoas por sessão
• Inscrições: 21 228 82 06 / 21 228 82 07 (Museu Municipal e Sector de Cultura e Museus da Câmara Municipal)
Capela do Espírito Santo dos Mareantes, Sesimbra
Castelo de Sesimbra
dias 23 e 30 | sáb | 21h
À Noite no Castelo
Castelo de Sesimbra
• Destinatários: público em geral
• Inscrições e informações: 21 228 82 06 / 21 228 82 07 (Museu Municipal e Sector de Cultura e Museus da Câmara Municipal)
Capela do Espírito Santo dos Mareantes, Sesimbra
Breve caracterização da Capela do Espírito Santo dos Mareantes
(Imóvel de Interesse Público: Decreto-lei n.º 129/77 de 29 de Setembro)

Construída no século XV como sede da Confraria do Espírito Santo dos Mareantes de Sesimbra, o edifício possuía uma capela e um sprital (hospital), que foram arruinados com o terramoto de 1755. O sprital foi encerrado e a capela continuou a funcionar até meados do século XX.

De planta rectangular e com fachada de estilo barroco, a construção organizava-se no seu interior por dois pisos, a capela no superior e o antigo sprital no inferior, que contém grafitos parietais de embarcações datadas do século XVII-XVIII.

Fonte: VENTURA, João Pedro Rodrigues; GONÇALVES, Luís Jorge (2004) – «Capela e hospital do Espírito Santo dos Mareantes», Capela e hospital do espírito santo dos mareantes de Sesimbra: Roteiro de visita e catálogo da exposição de arte sacra, Sesimbra, Câmara Municipal de Sesimbra, pp.48-57

Localização
Rua Cândido dos Reis, 17
2970-724 Sesimbra
Tel.: 21 223 11 34

Horário de funcionamento
De terça a domingo, das 9 às 12.30 e das 14 às 17.30h
Encerra às segundas-feiras

Actividades
Serviço Educativo
Conversas na Capela
Concertos na Capela

Edições Municipais

Capela e Hospital do Espírito Santo dos Mareantes de Sesimbra: roteiro de visita e catálogo da exposição de arte sacra
O Hospital Medieval do Espírito Santo de Sesimbra e a Assistência Caritativa Portuguesa
Breve caracterização do Castelo
(Monumento Nacional: Decreto de 16 de Junho de 1910. Zona de Protecção: Portaria do Ministério das Obras Públicas e Comunicações de 9 de Outubro de 1945; portaria do Ministério da Educação Nacional de 23 de Setembro de 1960)

Edificado entre os séculos VIII-X pelo emirato omíeda, o Castelo de Sesimbra foi definitivamente reconquistado antes de 1199 por colonos francos. Acolheu a vila até ao século XVI e foi restaurado entre 1936-1943.

Apresenta planta irregular ocupando o topo da encosta, compondo-se a nascente pela alcáçova com a torre de menagem e torreões, comportando o restante perímetro a cerca vilã protegida nas portas por torreões e no seu extremo poente por uma torre.

Fonte: FERREIRA, Luís Filipe Pinhal (2006) – Da pedra ao acorde: Propostas para valorização do Castelo de Sesimbra (1992-2006), tese de mestrado inédita, s.l., Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pp.8-24.

Foto CMS

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