IV Festival de Bandas Filarmónicas da Cidade de SetúbalVerdadeiras escolas de música suprindo insuficiências do sistema de ensino oficial
O festival, integrado no programa municipal Mês da Música, teve início na sexta-feira à noite com um concerto das bandas das sociedades Musical Capricho Setubalense e Filarmónica Perpétua Azeitonense, no Auditório José Afonso.

Por Jornal Rostos
A banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense actuou, sábado de manhã, no Largo da Misericórdia. No mesmo dia, à tarde, no Parque de Vanicelos, tocou a Sociedade Filarmónica Palmelense “Os Loureiros”.
A Filarmónica Cultural Ericeira subiu ao palco, domingo de manhã, no Largo da Misericórdia, e à tarde, no mesmo local, foi a vez da Sociedade Filarmónica Humanitária.
Ainda no domingo, no Parque do Bonfim, actuaram as sociedades Musical União Recreio e Sport Sineense, de manhã, e a Filarmónica União Artística Piedense, à tarde. A Sociedade Filarmónica União Musical Amarelejense tocou, também no domingo, de manhã, no Parque de Vanicelos.
No último dia do certame, os setubalenses puderam ainda assistir a um desfile com as nove bandas entre o Largo de Santa Maria e a Praça de Bocage, pela Avenida 5 de Outubro.
Os grupos participantes trocaram lembranças com a Câmara Municipal, nas arcadas dos Paços do Concelho, onde foram recebidos pela presidente da Autarquia, Maria das Dores Meira.
No final, algumas bandas ofertaram o público e convidados com uma interpretação da música “We Are the Champions”, dirigidas, do alto da varanda dos Paços do Concelho, pelo maestro José Veloso, da Capricho Setubalense.
Maria das Dores Meira destacou o papel das bandas filarmónicas enquanto “verdadeiras escolas de música, suprindo insuficiências do sistema de ensino oficial”, o que considerou louvável tendo em conta as dificuldades logísticas e financeiras que possuem.
“As bandas filarmónicas que connosco quiseram estar por estes três dias continuam, quotidianamente, a trilhar caminhos apontados pelos pioneiros, que passam pelo imprescindível papel integrador que desempenham junto das comunidades onde vivem e actuam”, referiu a autarca.













