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Concerto de Ano Novo no MontijoORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA BRASS ENSEMBLE

Amanhã, dia 10 JANEIRO realiza-se pelas 21H30 no Cinema – Teatro Joaquim D’Almeida o concerto de Ano Novo, com a ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA BRASS ENSEMBLE. Um agrupamento de metais formado por alunos e professores das suas escolas de formação, membros da Orquestra Metropolitana de Lisboa e ex-alunos dos naipes de metais e percussão da Academia Nacional Superior de Orquestra.

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Concerto de Ano Novo no Montijo ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA BRASS ENSEMBLE

Por Jornal Rostos

Brass-Ensemble da Metropolitana é a mais recente formação musical da Metropolitana. Consiste num agrupamento de metais formado por alunos e professores das suas escolas de formação, membros da Orquestra Metropolitana de Lisboa e ex-alunos dos naipes de metais e percussão da Academia Nacional Superior de Orquestra. Sob a direcção do trombonista e maestro Reinaldo Guerreiro (licenciado em Direcção de Orquestra pela ANSO), assume uma dimensão sinfónica e está vocacionado para o grande repertório das bandas de sopros. Assim, assume como seu objectivo preencher um vazio existente no panorama musical nacional.

A sua estreia aconteceu no Festival Música nas Praças, ocorrido no passado dia 4 de Outubro em espaços públicos da Baixa lisboeta. Para além do elevado nível técnico e artístico em que assenta o projecto, realça-se o entusiasmo dos seus músicos e a grande empatia que estabelece com o público.

PROGRAMA:

António VIVALDI – Concerto Op. 3 n.º 9 (arr. Jean-François Taillard)
Johann Sebastian BACH – Concerto Brandeburguês n.º 3 (arr. Christopher Mowat)
I. Allegro moderato
II. Adagio
III. Allegro
Johann Sebastian BACH – Jesu, Joy of man´s desiring (arr. Philip Sparke)
Intervalo
George Frideric HANDEL – Hallelujah! (arr. Takashi Hoshide / transc. de Reinaldo Guerreiro)
Takashi HOSHIDE – A Christmas Carol Fantasy (transc. de Reinaldo Guerreiro)
Klaus BADELT – Piratas das Caraíbas (arr. John Blanken e Ted Ricketts)
Freddie MERCURY – Bohemian Rhapsody (arr. Darrol Barry)
George GERSHWIN – Strike up the Band (arr. Goff Richards)

ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA

Tutelada pela Associação Música - Educação e Cultura (AMEC), a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) estreou-se no dia 10 de Junho de 1992. Desde então, os seus músicos asseguram uma extensa actividade que compreende os repertórios barroco, clássico, e sinfónico – integrando, neste último caso, os jovens intérpretes da Orquestra Académica Metropolitana. Esta versatilidade, com que também abrange a Música de Câmara, o Jazz e o Fado, a Ópera e a Música Contemporânea, tem-lhe permitido contribuir para a criação de novos públicos e consolidar o carácter inovador do seu projecto, onde alia à dimensão artística a prática pedagógica das suas escolas – a Academia Nacional Superior de Orquestra, a Escola Profissional Metropolitana e o Conservatório Metropolitano de Música de Lisboa. Cabe-lhe, ainda, a responsabilidade de assegurar uma programação regular em várias autarquias da região centro e sul, para além de promover uma efectiva descentralização cultural do norte ao sul do país.
Desde o seu início, a OML afirmou-se como uma referência incontornável do panorama orquestral nacional. Além-fronteiras, apresentou-se em Estrasburgo e Bruxelas somente um ano após a sua criação. Desde então, deslocou-se a países como Itália, Índia, Coreia do Sul, Macau, Tailândia e Áustria.

Ao longo dos anos foi dirigida pelos mais importantes nomes da direcção orquestral portuguesa e por inúmeros maestros estrangeiros de elevada reputação, onde se incluem Jean-Sébastien Béreau, Olivier Cuendet, David Gimenez, Nicholas Kraemer, Arild Remmereit e Michael Zilm. Entre os inúmeros solistas que já colaboraram com a OML contam-se Monserrat Caballé, José Carreras, Leon Fleisher, Natalia Gutman, Kiri Te Kanawa, Maria João Pires, Anne Queffélec, Oleg Marshev, Pascal Rogé e Piotr Anderszewski.

A OML já gravou dez CDs para diferente editoras, incluindo a EMI Classics, a Naxos e a RCA Classics. O mais recente registo apresenta árias de ópera célebres, com o maestro João Paulo Santos e as vozes de Dora Rodrigues, Luís Rodrigues e Mário Alves.

Desde a sua constituição, a AMEC foi presidida pelo maestro Miguel Graça Moura, tendo esse lugar sido ocupado desde Novembro de 2003 até Novembro de 2008 pela pianista Gabriela Canavilhas. A actual direcção é constituída pelo maestro Cesário Costa (Presidente), o Dr. João Villa-Lobos e o professor e pianista Paulo Pacheco (Vogais).

REINALDO GUERREIRO, MAESTRO

Membro da Banda do Exército, onde exerce as funções de Trombone Solo, é diplomado com o 8.º grau de Trombone na Escola de Música do Conservatório Nacional e o Curso Superior de Instrumentistas de Orquestra da ACADEMIA NACIONAL SUPERIOR DE ORQUESTRA (ANSO). Enquanto instrumentista já colaborou com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Sinfónica Juvenil, ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA (OML) e a ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA (OAM). Tocou como solista na Orquestra de Sopros de Sintra, na OAM e na Banda do Exército. Durante o período de 2000 a 2004 foi 1.º Trombone da OML. Actualmente, para além da assídua colaboração com a OML, desempenha as funções de Professor da Classe de Trombone da ANSO (desde 2000). É licenciado em Direcção de Orquestra na classe do maestro Jean-Marc Burfin, na mesma academia. Desde 1995 dirige a Banda da Sociedade Recreativa Musical Trafariense. Este ano foi agraciado pela Câmara Municipal de Almada com a Medalha de Ouro de Mérito Cultural.

MÚSICA (M/6) // SALA PRINCIPAL // 5 €

Foto da ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA - Susana Neves

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