Em SetúbalComemoração: 91.º aniversário do Armistício de 1918
Nas comemorações da assinatura do armistício que pôs termo à Primeira Guerra Mundial, o presidente do Núcleo Regional da Liga dos Combatentes de Setúbal, Vasco Vieira dos Santos, destacou que o acto “é a mais relevante homenagem que se pode prestar à memória de todos os portugueses que, em momentos, terríveis, defenderam e lutaram pela Pátria, arriscando sempre a própria vida”.

Por Jornal Rostos
Vasco Vieira dos Santos sublinhou a importância do Armistício, que levou à libertação de 6.767 prisioneiros de guerra portugueses, lembrando que foram mortos 233 militares durante o cativeiro.
O adjunto do gabinete de apoio à presidência da Câmara Municipal de Setúbal, Eusébio Candeias, frisou que o 11 de Novembro de 1918 foi um dia celebrado pelos cidadãos setubalenses, “que vibraram de alegria pela paz reconquistada sobre um conflito longo, dramático e sangrento”, que provocou milhares de mortos, feridos e mutilados “nas trincheiras e nos campos bélicos de uma guerra que horrorizou a Europa e o Mundo, nos longos anos entre 1914 e 1918”.
Eusébio Candeias prestou homenagem, em nome da Autarquia, às famílias dos militares que combateram naquele conflito mundial e “que experimentaram as duras consequências da guerra” pelo agravamento das condições de vida e pela fome que predominava entre as classes trabalhadoras.
Eusébio Candeias enalteceu a iniciativa da UNESCO ao instituir, em 2005, o 11 de Novembro como o “Dia Mundial da Paz e pelo Desenvolvimento”, um justo “reconhecimento pelos valores da fraternidade, da partilha, da solidariedade e do diálogo”.
A cerimónia contou ainda com a presença de várias individualidades e as honras militares estiveram a cargo da Escola de Artilharia de Vendas Novas e da Fanfarra do Exército.













