Azeitão - Setúbal«Tradições, Sabores & Aromas» mostrar a vida de uma aldeia «da forma mais autêntica possível»
A vida numa aldeia antiga foi o ambiente recriado na primeira edição da feira “Tradições, Sabores & Aromas”, que decorreu este fim-de-semana em Vila Nogueira de Azeitão.
No certame, organizado pela Junta de Freguesia de S. Lourenço, com o apoio da Câmara Municipal, os visitantes foram brindados com provas de produtos regionais dispostos por 57 stands, em que estiveram em evidência vinhos, queijos, enchidos, mel e doçaria.
No certame, organizado pela Junta de Freguesia de S. Lourenço, com o apoio da Câmara Municipal, os visitantes foram brindados com provas de produtos regionais dispostos por 57 stands, em que estiveram em evidência vinhos, queijos, enchidos, mel e doçaria.

Por Jornal Rostos
Além da gastronomia, igualmente patente nas tasquinhas de petiscos, com destaque para a sopa caramela e os peixinhos da horta, na primeira edição do encontro “Tradições, Sabores & Aromas” as oficinas agrícolas e ambientais, os jogos tradicionais, a música e o teatro de rua, por actores vestidos com personagens típicos de uma aldeia rural antiga, complementaram a animação e estimularam o convívio entre os feirantes, os locais e os muitos visitantes.
Nos vários stands em madeira que compunham a aldeia rural, no rossio de Vila Nogueira de Azeitão, os feirantes mostraram produtos únicos no mundo, tal como o mel, influenciado pela flora endémica da Arrábida e que se destaca pelo gosto a alecrim e medronho, como salientou o apicultor João Valada.
A produtora de queijos Lídia Monteiro também apontou a flora como factor de qualidade dos pastos na alimentação das ovelhas, a que se junta o cardo, e que influencia o sabor do queijo produzido em Azeitão.
Para Mário Campos, responsável por um stand de artigos como perfumes, ambientadores e sais de banho, obtidos sem recurso a produtos químicos, mas apenas a plantas aromáticas, entre as quais alfazema, rosa brava, eucalipto, pinho, rosmaninho e esteva, a iniciativa, além da parte económica, foi valorizada com a vertente pedagógica por “divulgar aos mais novos o que se fazia antigamente”.
A animação de rua, trazida pelas personagens “Manel da Horta e as Marias Caramelas”, permitiu aos visitantes observar os trajes tradicionais locais e ouvir expressões associadas à vida do campo, assente nas várias tarefas diárias dos aldeões de outros tempos.
O visitante francês Julian Jacquenoud caracterizou o certame como “refrescante, num ambiente mais leve do que há nas feiras habituais”, e destacou o “formato inovador e surpreendente”, enquanto Manuela Freire, outra visitante, frisou “o bom gosto colocado numa feira muito bem organizada”.
Na inauguração, o vereador André Martins destacou a importância de se dar a conhecer os principais produtos da região, ao nível dos vinhos e licores, queijaria e plantas, com características únicas e uma mais-valia para a projecção local.
O autarca enalteceu, igualmente, o carácter festivo e propício ao convívio proporcionado pelo evento, de carácter anual, que considerou “um contributo para o restabelecimento das relações entre as pessoas, num contexto muito marcado pelo individualismo e pela crise financeira actual”.
A presidente da Junta de Freguesia de S. Lourenço, Celestina Neves, realçou que uma das preocupações na organização da “Tradições, Sabores & Aromas” foi mostrar a vida de uma aldeia “da forma mais autêntica possível”, pelo que foram interditas bancas de pipocas, farturas ou cachorros quentes.
Celestina Neves destacou, também, o carácter pedagógico como uma mais-valia do certame, pois através das oficinas agrícolas algumas crianças puderam ver, nalguns casos pela primeira vez, animais de uma quinta.
Nos vários stands em madeira que compunham a aldeia rural, no rossio de Vila Nogueira de Azeitão, os feirantes mostraram produtos únicos no mundo, tal como o mel, influenciado pela flora endémica da Arrábida e que se destaca pelo gosto a alecrim e medronho, como salientou o apicultor João Valada.
A produtora de queijos Lídia Monteiro também apontou a flora como factor de qualidade dos pastos na alimentação das ovelhas, a que se junta o cardo, e que influencia o sabor do queijo produzido em Azeitão.
Para Mário Campos, responsável por um stand de artigos como perfumes, ambientadores e sais de banho, obtidos sem recurso a produtos químicos, mas apenas a plantas aromáticas, entre as quais alfazema, rosa brava, eucalipto, pinho, rosmaninho e esteva, a iniciativa, além da parte económica, foi valorizada com a vertente pedagógica por “divulgar aos mais novos o que se fazia antigamente”.
A animação de rua, trazida pelas personagens “Manel da Horta e as Marias Caramelas”, permitiu aos visitantes observar os trajes tradicionais locais e ouvir expressões associadas à vida do campo, assente nas várias tarefas diárias dos aldeões de outros tempos.
O visitante francês Julian Jacquenoud caracterizou o certame como “refrescante, num ambiente mais leve do que há nas feiras habituais”, e destacou o “formato inovador e surpreendente”, enquanto Manuela Freire, outra visitante, frisou “o bom gosto colocado numa feira muito bem organizada”.
Na inauguração, o vereador André Martins destacou a importância de se dar a conhecer os principais produtos da região, ao nível dos vinhos e licores, queijaria e plantas, com características únicas e uma mais-valia para a projecção local.
O autarca enalteceu, igualmente, o carácter festivo e propício ao convívio proporcionado pelo evento, de carácter anual, que considerou “um contributo para o restabelecimento das relações entre as pessoas, num contexto muito marcado pelo individualismo e pela crise financeira actual”.
A presidente da Junta de Freguesia de S. Lourenço, Celestina Neves, realçou que uma das preocupações na organização da “Tradições, Sabores & Aromas” foi mostrar a vida de uma aldeia “da forma mais autêntica possível”, pelo que foram interditas bancas de pipocas, farturas ou cachorros quentes.
Celestina Neves destacou, também, o carácter pedagógico como uma mais-valia do certame, pois através das oficinas agrícolas algumas crianças puderam ver, nalguns casos pela primeira vez, animais de uma quinta.

















