Urgências pediátricas - SetúbalARS assuma as suas responsabilidades e apresente um pedido de desculpas
O anúncio do cancelamento da decisão de encerrar a urgência pediátrica do Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, durante o período nocturno foi recebido com satisfação numa vigília realizada, ontem ao fim da tarde, junto do estabelecimento de saúde.
A concentração, que juntou cerca de 150 pessoas, foi promovida com o objectivo de contestar a intenção da Administração de Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) de encerrar a urgência pediátrica do hospital de Setúbal entre a meia-noite as 09h00, com efeitos já a partir de hoje e até 15 de Setembro.
A concentração, que juntou cerca de 150 pessoas, foi promovida com o objectivo de contestar a intenção da Administração de Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) de encerrar a urgência pediátrica do hospital de Setúbal entre a meia-noite as 09h00, com efeitos já a partir de hoje e até 15 de Setembro.

Por Jornal Rostos
Na sequência do movimento de contestação gerado por esta decisão, a ARS-LVT emitiu, ontem mesmo, um comunicado a anunciar que, afinal, é possível garantir o número de médicos suficiente para assegurar o funcionamento ininterrupto da urgência pediátrica, mesmo durante o Verão.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, sublinhou, na vigília, realizada entre as 19h00 e as 20h00 de ontem, que “vale a pena protestar, vale a pena lutar, vale a pena exercitar o direito à indignação perante decisões insensíveis, irresponsáveis e incompetentes”.
O protesto foi organizado pela comissão de utentes do Hospital de São Bernardo perante o anúncio da ARS-LVT, divulgado no dia 9, de encerramento do serviço de urgências de pediatria nas unidades de saúde setubalense e de Barreiro-Montijo, entre a meia-noite e as 09h00, de 15 de Junho a 15 de Setembro.
Maria das Dores Meira congratulou os diferentes quadrantes da população que contestaram a decisão da Administração Regional de Saúde de encerrar aqueles serviços pediátricos.
No comunicado enviado ontem, a ARS informou que o Centro Hospitalar de Setúbal transmitiu “a disponibilidade em assegurar as escalas de pediatras para os serviços de urgência”.
Segundo o mesmo texto, foi decidido reunir com os conselhos de administração e directores de serviços de pediatria dos hospitais da península de Setúbal para reavaliar a decisão de reorganizar o horário de funcionamento das urgências pediátricas.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal afirmou que esta solução levanta outras questões, sublinhando que “agora há que questionar o Governo como foi possível em dois dias resolver uma situação, a da falta de médicos, que já era conhecida desde Abril”.
Maria das Dores Meira lembrou que a Autarquia manifestou total desacordo desde que a decisão de encerrar as urgências pediátricas à noite havia sido anunciada.
Nesse sentido, salientou que a medida prevista e agora cancelada representava “uma ofensa”, adiantando que a população fica “à espera que a ARS assuma as suas responsabilidades e que apresente, quanto antes, um pedido de desculpas que os setubalenses e as populações da Península de Setúbal merecem e exigem”.
O porta-voz da comissão de utentes do Hospital de S. Bernardo, Oliveira e Costa, louvou “o apoio e o movimento que se gerou em diferentes sectores” para contestar o encerramento das urgências.
Em apenas três dias, anunciou Oliveira e Costa, foi reunida uma petição com quase mil assinaturas de pessoas que discordavam do fecho nocturno daqueles serviços dos hospitais de S. Bernardo e Barreiro-Montijo.
O presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Carlos Almeida, sublinhou que a notícia da manutenção a tempo inteiro daqueles serviços representa “uma grande vitória das crianças e dos utentes”.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, sublinhou, na vigília, realizada entre as 19h00 e as 20h00 de ontem, que “vale a pena protestar, vale a pena lutar, vale a pena exercitar o direito à indignação perante decisões insensíveis, irresponsáveis e incompetentes”.
O protesto foi organizado pela comissão de utentes do Hospital de São Bernardo perante o anúncio da ARS-LVT, divulgado no dia 9, de encerramento do serviço de urgências de pediatria nas unidades de saúde setubalense e de Barreiro-Montijo, entre a meia-noite e as 09h00, de 15 de Junho a 15 de Setembro.
Maria das Dores Meira congratulou os diferentes quadrantes da população que contestaram a decisão da Administração Regional de Saúde de encerrar aqueles serviços pediátricos.
No comunicado enviado ontem, a ARS informou que o Centro Hospitalar de Setúbal transmitiu “a disponibilidade em assegurar as escalas de pediatras para os serviços de urgência”.
Segundo o mesmo texto, foi decidido reunir com os conselhos de administração e directores de serviços de pediatria dos hospitais da península de Setúbal para reavaliar a decisão de reorganizar o horário de funcionamento das urgências pediátricas.
A presidente da Câmara Municipal de Setúbal afirmou que esta solução levanta outras questões, sublinhando que “agora há que questionar o Governo como foi possível em dois dias resolver uma situação, a da falta de médicos, que já era conhecida desde Abril”.
Maria das Dores Meira lembrou que a Autarquia manifestou total desacordo desde que a decisão de encerrar as urgências pediátricas à noite havia sido anunciada.
Nesse sentido, salientou que a medida prevista e agora cancelada representava “uma ofensa”, adiantando que a população fica “à espera que a ARS assuma as suas responsabilidades e que apresente, quanto antes, um pedido de desculpas que os setubalenses e as populações da Península de Setúbal merecem e exigem”.
O porta-voz da comissão de utentes do Hospital de S. Bernardo, Oliveira e Costa, louvou “o apoio e o movimento que se gerou em diferentes sectores” para contestar o encerramento das urgências.
Em apenas três dias, anunciou Oliveira e Costa, foi reunida uma petição com quase mil assinaturas de pessoas que discordavam do fecho nocturno daqueles serviços dos hospitais de S. Bernardo e Barreiro-Montijo.
O presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Carlos Almeida, sublinhou que a notícia da manutenção a tempo inteiro daqueles serviços representa “uma grande vitória das crianças e dos utentes”.















