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Bispo de Setúbal esteve no Hospital do BarreiroSolidão e solidariedade foram debatidas pela Pastoral da Saúde de Setúbal

Responsáveis da Diocese reuniram-se no passado Domingo em Setúbal no III Encontro Diocesano da Pastoral da Saúde.
Os temas da solidão e do voluntariado foram os escolhidos para orientarem esta tarde de reflexão.

«Criar pontes de amor e de solidariedade, para que ninguém se sinta sozinho»- salientou D. Gilberto, Bispo de Setúbal, na sua mensagem para o Dia Mundial do Doente.

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Bispo de Setúbal esteve no Hospital do Barreiro Solidão e solidariedade foram debatidas pela Pastoral da Saúde de Setúbal

Por Jornal Rostos

Responsáveis da Diocese reuniram-se no passado Domingo em Setúbal no III Encontro Diocesano da Pastoral da Saúde.
Os temas da solidão e do voluntariado foram os escolhidos para orientarem esta tarde de reflexão.

Fazendo eco das palavras de Neto XVI, D. Gilberto, Bispo de Setúbal, deixou na sua mensagem para o Dia Mundial do Doente, o apelo ao combate à solidão particularmente dos idosos e dos doentes referindo que é «Criar pontes de amor e de solidariedade, para que ninguém se sinta sozinho» justificando este desafio com o facto de que «o homem é essencialmente relação. Deixá-lo sozinho é destruí-lo aos poucos, tal como aconteceria se deixasse de comer. A solidão pode atingir uma profundidade tal que a pessoa já não suporte mais viver assim!»

Estas palavras motivaram a reflexão neste encontro, que decorreu na Cúria Diocesana de Setúbal e teve como convidados Eugénio Fonseca, Presidente da Caritas, e Manuel Lucena, Presidente da Associação Coração Amarelo.

Bispo de Setúbal, esteve no Hospital do Barreiro

D. Gilberto, Bispo de Setúbal, esteve no Dia Mundial do Doente, 11 de Fevereiro, no Hospital do Barreiro, onde acompanhado por membros da Administração visitou a unidade dos Cuidados Paliativos e Unidade de Oncologia tendo conversado com alguns doentes. Nestes dois Serviços as palavras dirigidas às Equipas de saúde foram de agradecimento, admiração e incentivo ao trabalho que realizam.

Seguiu-se a celebração da Eucaristia, pelas 12 horas, com a participação de várias dezenas de pessoas onde abordou de muito específico a necessidade do "acompanhamento do Doente" e das pessoas que vivem na solidão.
No final reuniu-se com a equipa de Voluntários da Capelania do hospital.

Rui Nobre

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