Galeria Municipal de Arte do BarreiroOUT.RA - Associação Cultural faz ocupação artística do edifício do Antigo Tribunal do Barreiro
Fast Eddie Nelson, Mestre barreirense das seis cordas e verdadeiro bluesman, neste evento, regressa ao convívio da OUT.RA com novo disco a solo prestes a ser lançado.

Por Jornal Rostos
Programa
Dia 9 (quinta-feira)
Concertos
FAST EDDIE NELSON
Mestre barreirense das seis cordas e verdadeiro bluesman desta terra de sonho e futuro, regressa ao convívio da OUT.RA com novo disco a solo prestes a ser lançado. “Riverman”, feito de voz e resonator-guitar, promete ser um tratado de assombração pós-industrial inesquecível. A não perder.
www.myspace.com/fasteddienelson
PÃO
De gestação recente, mas a desbravar terreno com uma segurança admirável, os Pão regressam ao Barreiro numa altura o que o seu nome começa a aparecer um pouco por todo o lado carregado de elogios. Trio formado por gente ilustre como o são Tiago Sousa (um dos filhos pródigos da cidade), Pedro Sousa (saxofonista incendiário que tem vindo a tocar com tudo o que é gente) e Travassos (mestre do quitanço electrónico) que erige um drone de exploração minuciosa, onde as diferentes linguagens convergem numa parição de ideias em suspensão com os olhos no mais bonito nenhures.
http://www.youtube.com/watch?v=eUK7pPS2na8&feature=share
Cinema
RiP: A REMIX MANIFESTO
Integrado no projecto Open Source Cinema, “RiP (…)” é um documentário dirigido pelo ciberativista Brett Gaylor, tendo como foco principal a discussão acerca dos direitos autorais, propriedade intelectual, partilha de informação e a cultura das remisturas nos dias de hoje.
O documentário conta com presenças ilustres, como a do produtor Gregg Willis, conhecido no mundo da música como Girl Talk, Lawrence Lessig, criador da Creative Commons, Gilberto Gil, então Ministro da Cultura no Brasil, e o crítico cultural Cory Doctorow, entre outros.
(Legendado em Português)
Exposição
FILIPE FELIZARDO: “Probably a certain number of rocks, coming from one”
Filipe Felizardo, criador lisboeta formado em realização e montagem pela Escola Superior de Cinema, trabalha híbridos de desenho, fotografia e instalação, mas não se fica por aí: ainda arranja tempo para se dedicar à música…e à pesquisa em física quântica. A fluidez do desenho, a técnica da fotografia, a lógica inerente à composição musical e o absurdo (real) das premissas da mecânica quântica são alguns dos ingredientes que são amplificados e cristalizados na realização do sonho artístico de Felizardo. Vai expor, durante estes 2 dias, o trabalho que estreou na Trem Azul, no inicio do ano.
http://operationstowardsinbetween.blogspot.com/2011/03/exposicao-individual.html













