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Concurso de fotografia “Que a Dor não seja mais do que uma recordação” atribui prémio de 10 mil euros

A partir do próximo dia 20 Agosto está aberto o prazo de candidaturas ao concurso de fotografia da Grünenthal, subordinado ao tema “Que a Dor não seja mais do que uma recordação”, que contempla um primeiro prémio no valor de 10 mil euros e a atribuição de três menções honrosas.

2 min de leitura

Por Jornal Rostos

Os artistas participantes devem apresentar um único trabalho fotográfico, que pode ser constituído por uma ou mais imagens, produzidas especificamente para este concurso e sob o tema geral da dor. Os participantes devem apresentar um teste de impressão do trabalho num formato adequado que não exceda a medida A3, acompanhado por uma descrição detalhada dos materiais e dimensões em que o trabalho será apresentado caso seja seleccionado.
Do júri do concurso, aberto a artistas portugueses e espanhóis, fazem parte o presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, o médico Duarte Correia, o presidente da Sociedade Espanhola da Dor, o médico Manuel Alberto Camba, o Conservador-chefe do Museu Thyssen-Bornemisza, Guillermo Solana, e personalidades de reputação destacada no mundo da arte.
Para mais informações consulte o website www.grunenthal.pt, a página do Prémio de Arte Grünenthal no facebook ou envie email para premiodearte.pt@grunenthal.com.
A Grünenthal é uma empresa farmacêutica líder mundial no tratamento da dor, dedicada à investigação, desenvolvimento e comercialização de soluções inovadoras para a dor. As actividades de responsabilidade social que desenvolve abordam um conjunto de questões relativas à saúde, segurança e protecção do meio ambiente. Além disso, com o objectivo de promover a cultura e, ao mesmo tempo, sensibilizar para a importância de uma abordagem correcta da dor, promove, de dois em dois anos, um prémio de arte dedicado a uma disciplina artística diferente.
A dor crónica é uma situação de dor persistente, e se não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas poderá ser gravemente afectada, podendo conduzir à incapacidade para o trabalho. Em Portugal a dor crónica afecta mais de 30 por cento dos adultos portugueses.
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