Saltar para o conteúdo
Moldura

Santiago do CacémConcentração contra o encerramento do serviço da CP

Utentes e Autarcas manifestaram-se esta manha na estação de comboios de Alvalade (concelho de Santiago do Cacém) contra o encerramento do Serviço de Comboios Regional da Linha do Sul.

3 min de leitura
Santiago do Cacém Concentração contra o encerramento do serviço da CP

Por Jornal Rostos

Contra o encerramento do serviço da CP foi aprovada moção a solicitar suspensão da medida

Autarcas e Utentes do Comboio Regional da Linha do Sul manifestaram-se hoje na estação da CP de Alvalade

Utentes e Autarcas manifestaram-se esta manha na estação de comboios de Alvalade (concelho de Santiago do Cacém) contra o encerramento do Serviço de Comboios Regional da Linha do Sul.

Na concentração estiveram vários presidentes de Junta de Freguesia afectadas pela medida da CP.

Para além do presidente da Junta de Freguesia de Alvalade marcaram presença na concentração os presidentes de juntas de Boliqueime, Messines, São Marcos da Serra, Ermidas-Sado, e de Santa Maria em Alcácer. A representar a Câmara Municipal de Santiago do Cacém esteve o Vereador Álvaro Beijinha.

No final foi aprovada uma Moção de Protesto onde se repudia o encerramento do serviço de comboios regionais da Linha do Sul e foi ainda deliberado solicitar à Administração da CP-Comboios de Portugal, e ao Governo Português a suspensão desta medida.

Na moção pode ler-se que “os utentes da Linha do Sul, ferrovia pertencente à CP-Comboios de Portugal, irão ser afectados por uma decisão da administração desta Empresa Publica, com o encerramento de serviço do Comboio Regional”.
Rui Madeira, o presidente da Junta de Freguesia de Alvalade afirma que “esta é uma decisão gravosa que vai eliminar serviços públicos de proximidade, essenciais para as populações, de forma muito especial para milhares de reformados e pensionistas, que tinham aí como oferta um serviço de transportes publico e de qualidade”.

Os autarcas reafirmam que “por este injustificado encerramento, os utentes não têm uma alternativa que seja considerada viável para ter acesso a este, que é o único transporte publico na maioria dos lugares, que dá acesso a Lisboa, Setúbal e Faro, localidades onde se encontram os serviços procurados pelos utentes do serviço deste meio de transporte”.

Na moção pode ler-se ainda que “esta medida promotora da assimetria cada vez maior entre o interior e o litoral, não se coaduna com o desenvolvimento pretendido pelos autarcas que defendem este serviço nas suas freguesias. É ainda de salientar que o serviço público de transportes ferroviários existe nestas estações desde a construção da linha, há quase 100 anos, e que constitui parte do património e história de vida destas populações”.

Publicidade

Notícias relacionadas

Publicidade

Notícias por secção