Pior registo de sempre em nascimentos reforça importância do investimento na PMA
Os dados do Centro de Genética Médica Jacinto Magalhães, do Instituto Ricardo Jorge, revelaram que 2011 foi o pior ano de sempre em nascimento de bebés a nível nacional. O investimento na procriação medicamente assistida (PMA) poderia fazer a diferença neste cenário negativo.
Por Jornal Rostos
Os números foram contabilizados através do teste do pezinho, realizado pelo Centro de Genética Médica Jacinto Magalhães, e revelaram 97112 nascimentos durante 2011, menos 4269 que em 2010. Esta foi a segunda vez que o número de nascimentos ficou abaixo dos 100.000, o pior registo de sempre.
Quando a infertilidade afecta entre 10 a 15% da população em idade reprodutiva, o que representa 1 em cada 7 casais, um maior investimento nesta área poderia ajudar a inverter este cenário. E o esforço pode trazer benefícios reais: em Portugal a média de nascimentos por PMA é de cerca de 1% quando noutros países europeus ronda os 3%.
"Os números apenas comprovam que se houvesse um verdadeiro esforço por equiparar a média portuguesa à destes países, aproximando-a da meta dos 3% no total de nascimentos, tal representaria mais 2.000 nascimentos em Portugal. Já não se trata apenas de ajudar a concretizar os sonhos destes casais mas de uma verdadeira causa social, num momento em que Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo e não assegura a renovação de gerações", reforça Cláudia Vieira, Presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade.
Quando a infertilidade afecta entre 10 a 15% da população em idade reprodutiva, o que representa 1 em cada 7 casais, um maior investimento nesta área poderia ajudar a inverter este cenário. E o esforço pode trazer benefícios reais: em Portugal a média de nascimentos por PMA é de cerca de 1% quando noutros países europeus ronda os 3%.
"Os números apenas comprovam que se houvesse um verdadeiro esforço por equiparar a média portuguesa à destes países, aproximando-a da meta dos 3% no total de nascimentos, tal representaria mais 2.000 nascimentos em Portugal. Já não se trata apenas de ajudar a concretizar os sonhos destes casais mas de uma verdadeira causa social, num momento em que Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo e não assegura a renovação de gerações", reforça Cláudia Vieira, Presidente da Associação Portuguesa de Fertilidade.













