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Moldura

ADRIANANovo espectáculo, mais intimista

Falar de ADRIANA é falar de canções, de uma voz singular e de uma multiplicidade de talentos. Ela escreve, compõe e canta. Toca piano e, caso raro no panorama musical, a flauta é o seu instrumento principal.

2 min de leitura
ADRIANA Novo espectáculo, mais intimista

Por Jornal Rostos

Depois dos grandes concertos de 2011, que passaram, entre outros locais, pelo Centro Cultural de Belém, pela Casa da Música e pelo Cascais CoolJazzFest, ADRIANA propõe-nos em 2012 um espectáculo mais intimista, com uma formação mais reduzida do que o habitual, em trio, onde o cruzamento de Jazz, Pop e sonoridades brasileiras continua a ser o mote.

Adaptando e rearranjando o reportório, quase todo da sua autoria, que normalmente toca em concertos, ADRIANA revisita temas como o enérgico “Sem fazer planos” e a balada “Sonhos de papel”, tão acarinhados pelo público e pelas rádio de todo o país.

O grande êxito do seu primeiro disco, “Cara ou Coroa”, nomeado para Melhor Canção, nos Globos de Ouro de 2010 e que integrou a banda sonora da telenovela “Meu Amor”, vencedora de um Emmy, faz igualmente parte do alinhamento deste novo espectáculo.

Com dois discos editados, ADRIANA (2009) e O QUE TINHA DE SER (Março, 2011), a jovem cantora tem todos os motivos para se sentir feliz com o reconhecimento que, passo a passo, tem conquistado, fazendo jus ao vaticínio de Nuno Pacheco, no jornal Público: “...o disco de estreia de Adriana tem já as marcas de uma carreira promissora.” Manuel Halpern, do Jornal de Letras, vai mais longe quando escreve que o seu segundo disco a reafirma como “uma das grandes cantautoras portuguesas”.

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