Reclusos "evadem-se" com poesia em Lisboa, Torres Novas, Castelo Branco e Bragança
Filipe Lopes volta a percorrer os Estabelecimentos Prisionais do país com o projeto “A poesia não tem grades”. Lisboa, Torres Novas, Castelo Branco e Bragança recebem no início de março a iniciativa que procura ajudar os reclusos no seu processo de reabilitação através da arte e da literatura.

Por Jornal Rostos
Este projeto, criado e dinamizado por Filipe Lopes, tem vindo a ser desenvolvido em diversos Estabelecimentos Prisionais do país desde 2004. Inicialmente implementado de forma continuada nos EP’s de Tires e Sintra, passou posteriormente a realizar-se em sessões únicas para permitir a sua chegada aos reclusos das zonas mais distantes dos grandes centros.
O objetivo deste trabalho é dar a conhecer a literatura em geral e a poesia em particular como ferramentas que contribuam para o processo de renovação pessoal que os reclusos enfrentam. A solidão, a revolta, a dúvida são alguns dos sentimentos que podem ser canalizados e trabalhados através dos livros. A Poesia pode ser uma “porta aberta” para mundo exterior, tanto através da leitura como da própria escrita.
As sessões propostas são uma conversa com poemas à mistura. Procura-se mostrar como a Poesia está mais presente nas nossas vidas do que imaginamos e como não é apenas uma coisa “triste e cinzenta”. Ao longo de 45 minutos é possível ter as mais diversas sensações, motivadas pelos textos partilhados. Há poemas que trazem uma lágrima ao canto do olho, outros que soltam uma gargalhada, mas todos fazem sentir alguma coisa. Como não existe um guião rígido, os contributos dos reclusos são sempre bem vindos.
O projeto “A poesia não tem grades” é desenvolvido em parceria com a Direção Geral dos Serviços Prisionais e tem as próximas sessões agendadas para os seguintes locais: 5 de março – EP Lisboa (10h); 5 de março – EP Monsanto (14h30); 6 de março – EP Torres Novas (10h); 7 de março - EP Castelo Branco (14h); 8 de março – EP Bragança (9h30).
Filipe Lopes nasceu em Tomar em 1975 e desenvolve há cerca de 15 anos o projeto de promoção do livro e da leitura “O Contador de Histórias”. Com formação em psicopedagogia, o mundo dos livros sempre foi o seu principal interesse, quer através da narração oral como “contador de histórias” quer pelos recitais de poesia que desenvolve tanto para adolescentes como para adultos. Por formação e convicção acredita que a literatura tem a capacidade de melhorar a vida das pessoas. Por isso, para além das centenas de sessões que desenvolve em escolas e bibliotecas por todo o país, tem dedicado parte do seu tempo a projetos de voluntariado em colaboração com entidades como a Fundação do Gil, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens ou a Direção Geral dos Serviços Prisionais, entre outras.
O objetivo deste trabalho é dar a conhecer a literatura em geral e a poesia em particular como ferramentas que contribuam para o processo de renovação pessoal que os reclusos enfrentam. A solidão, a revolta, a dúvida são alguns dos sentimentos que podem ser canalizados e trabalhados através dos livros. A Poesia pode ser uma “porta aberta” para mundo exterior, tanto através da leitura como da própria escrita.
As sessões propostas são uma conversa com poemas à mistura. Procura-se mostrar como a Poesia está mais presente nas nossas vidas do que imaginamos e como não é apenas uma coisa “triste e cinzenta”. Ao longo de 45 minutos é possível ter as mais diversas sensações, motivadas pelos textos partilhados. Há poemas que trazem uma lágrima ao canto do olho, outros que soltam uma gargalhada, mas todos fazem sentir alguma coisa. Como não existe um guião rígido, os contributos dos reclusos são sempre bem vindos.
O projeto “A poesia não tem grades” é desenvolvido em parceria com a Direção Geral dos Serviços Prisionais e tem as próximas sessões agendadas para os seguintes locais: 5 de março – EP Lisboa (10h); 5 de março – EP Monsanto (14h30); 6 de março – EP Torres Novas (10h); 7 de março - EP Castelo Branco (14h); 8 de março – EP Bragança (9h30).
Filipe Lopes nasceu em Tomar em 1975 e desenvolve há cerca de 15 anos o projeto de promoção do livro e da leitura “O Contador de Histórias”. Com formação em psicopedagogia, o mundo dos livros sempre foi o seu principal interesse, quer através da narração oral como “contador de histórias” quer pelos recitais de poesia que desenvolve tanto para adolescentes como para adultos. Por formação e convicção acredita que a literatura tem a capacidade de melhorar a vida das pessoas. Por isso, para além das centenas de sessões que desenvolve em escolas e bibliotecas por todo o país, tem dedicado parte do seu tempo a projetos de voluntariado em colaboração com entidades como a Fundação do Gil, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens ou a Direção Geral dos Serviços Prisionais, entre outras.













