Embarcações Tradicionais do Estuário do Tejo - Moitaem destaque no Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva
No âmbito da Exposição “O mar é fixe mas não é só peixe”, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva levou a cabo mais um dia temático denominado “Tardes Oceânicas”. Esta iniciativa, dedicada ao “Titanic e a história da construção naval”, decorreu nos dias 14 e 15 de Abril e contou com a participação activa da Associação Naval Sarilhense (ANS).

Por Jornal Rostos
Esta colaboração envolveu a organização conjunta de uma exposição dedicada à construção naval e às embarcações tradicionais do Estuário do Tejo. Para além de miniaturas de embarcações, artefactos náuticas, ferramentas de construção naval e fotografias, os visitantes tiveram a oportunidade de contactar com uma embarcação tradicional viva (Catraio “Vela Latina”, propriedade da ANS), exposta no exterior do Pavilhão do Conhecimento. Houve ainda lugar a uma palestra sobre o processo construção de embarcações tradicionais, proferida pelo Mestre Jaime Ferreira da Costa, do Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos.
Esta exposição foi visitada por largas centenas de crianças, jovens e adultos, pelo que ANS prestou um importante contributo para a disseminação do conhecimento e para a aproximação da comunidade em relação ao património marítimo-fluvial do Estuário do Tejo, em particular das suas embarcações tradicionais.
Na perspectiva de Cláudia Velhas, da Equipa Educativa do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, “a colaboração da ANS foi uma forte componente nas Tardes Oceânicas, tendo permitido divulgar para junto do nosso público a história e o processo de construção das embarcações tradicionais do Estuário do Tejo, assim como partilhar a sua sabedoria e paixão por estas embarcações. O impacto foi bastante positivo e a ANS está de parabéns pelo seu trabalho“.
Esta exposição foi visitada por largas centenas de crianças, jovens e adultos, pelo que ANS prestou um importante contributo para a disseminação do conhecimento e para a aproximação da comunidade em relação ao património marítimo-fluvial do Estuário do Tejo, em particular das suas embarcações tradicionais.
Na perspectiva de Cláudia Velhas, da Equipa Educativa do Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva, “a colaboração da ANS foi uma forte componente nas Tardes Oceânicas, tendo permitido divulgar para junto do nosso público a história e o processo de construção das embarcações tradicionais do Estuário do Tejo, assim como partilhar a sua sabedoria e paixão por estas embarcações. O impacto foi bastante positivo e a ANS está de parabéns pelo seu trabalho“.













