Fado e Solidariedade juntam-se pela quinta vezpara mais uma edição de «O Fado Acontece»

Por Jornal Rostos
A apresentação estará a cargo da jornalista Fernanda Freitas e do ator e encenador André Gago, um dos membros fundadores da AIDGLOBAL – Acção e Integração para o Desenvolvimento Global. Os fundos angariados a partir deste evento solidário serão destinados a garantir a sustentabilidade de projetos de promoção da Educação para o Desenvolvimento, em Portugal.
O mote central desta gala é “Educar para Cooperar”, nome do maior projeto de Educação para a Cidadania levado a cabo pela AIDGLOBAL, em Portugal, e que já envolveu 108 professores e 1.500 alunos, em 13 estabelecimentos de ensino, e que visa a promoção de uma cidadania mais ativa, equitativa e solidária.
“O Fado Acontece” é hoje um dos espetáculos de referência no meio artístico e cultural em Portugal, graças ao apoio solidário de conceituados artistas, desde a sua primeira edição, em 2007. Pelo palco da gala solidária tem passado fadistas como Artur Batalha, Carminho, Celeste Rodrigues, Mafalda Arnauth, Mafalda Taborda, Marco Oliveira, Maria João Quadros Ricardo Ribeiro e Pedro Moutinho. A estes grandes nomes juntam-se mais onze vozes, nesta quinta edição.
No mesmo dia, 7 de maio, será inaugurada a Exposição ‘Papagaios de Papel’, com obras do artista plástico José Pádua, promovida pela AIDGLOBAL, no âmbito da iniciativa ‘Artistas Solidários na Diáspora’, que permanecerá exposta, no Cinema São Jorge, até o dia 16 de maio, no decorrer do FESTIN - Festival de Cinema Itinerante de Língua Portuguesa, a festa do cinema em português que promove a cinematografia lusófona.
Fundada há seis anos, esta Organização cedo se afirmou pela consistência do seu projeto, sendo reconhecida por todas as entidades e parceiros como desenvolvendo um trabalho eficaz e relevante na promoção de uma cidadania global, justa e inclusiva. Tem como missão promover as diferentes formas de Ação e de Integração, nas áreas da Educação e Cooperação para o Desenvolvimento e Voluntariado, em Portugal e países africanos de expressão portuguesa, sobretudo em Moçambique, onde os seus projetos têm contribuído para a promoção da leitura e literacia digital, através da constituição e equipamento de bibliotecas e infotecas.













