Teatro Pedro Nunes em Alcácer do SalInvadido pelos aldeões de «A tasca»
“Taberna de aldeia rural alentejana, onde todos sabem de tudo mas ninguém viu nada… local onde de tudo se passa e de tudo se fala. Local de aventuras e desventuras, de histórias e de intrigas. Sala de convívio e de desconveio… espaço de crenças e desavenças. Casa de petiscos e de rabiscos, dos branquiais e dos tintóis… da patanisca e da bela linguiça…”. Este é o mote da peça de teatro que o Grupo Cénico da Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba estreia no dia 30 de novembro, no Teatro Pedro Nunes, às 21h30, com sala já esgotada para as quatro primeiras apresentações.

Por Jornal Rostos
“A tasca” promete muito humor e muita crítica social em tom descontraído mas acutilante, a julgar pela peça que levaram à cena em 2011 – “Isto há cá destinos” – um verdadeiro sucesso tornado possível por um grupo de cerca de 30 pessoas com as mais variadas ocupações, origens e idades, aqui unidas com o objetivo de oferecer momentos de diversão de qualidade à comunidade alcacerense.
O espetáculo “A tasca” tem autoria e encenação de Tózé Grilo e assume-se como uma peça de base popular, da piada espontânea e do humor sadio em que a tasca é o cenário onde decorre toda a ação, o único local público daquela aldeia rural alentejana, por onde todos passam e todos convivem.
A peça conta com diversos apoios: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Juntas de Freguesia de Santa Maria do Castelo e de Santiago, Teatro do Rio, Rádio Mirasado, Salão Mena, Onda Mais Cabeleireiros, Casa das Peles de Teresa Onça, Nova Cubense, Brutalprint e Vibeiras S.A.
Para já, estará em cena dias 30 de Novembro, 1, 2 e 3 de Dezembro.
Ficha Técnica:
AUTORIA E ENCENAÇÃO: Tozé Grilo
ELENCO:
- CONSTANTINO – Dono da tasca – (Mauro Félix);
- TOI “VARDASCAS” – Mulherengo da aldeia – (Fernando Jerónimo);
- ZÉ BICHO – Pastor da aldeia – (Betuxa);
- ARMINDO “TÁS COM ELA” – Bêbado da aldeia – (Tozé Grilo);
- PROFESSOR – Professor primário da aldeia – (Pedro Bernardo);
- ENG.º FERRUGEM – Mecânico da aldeia – (Henrique Lourenço);
- CARLINHOS – “Maluquinho” da aldeia – (Renato Carrasqueira);
- XÔ PADRE ARNALDO – Padre da aldeia – (Francisco Raposo);
- RAPA MIOLOS – Barbeiro da aldeia – (Eduardo Mira);
- CAGA DINHEIRO – Emigrante “endinheirado” – (Hortênsio Sousa);
- 1.º SARGENTO SILVA – GNR – (Renato Neves);
- FLÔR – Esposa do dono da tasca – (Sílvia Carrasqueira);
- LINA MATCHOLINA – “Machorra” – (Madalena Almeida);
- DULCE “REBENTA MINAS” – Esposa do “Tás com ela” – (Piedade Fernandes);
- FLORINDA RABINA – Beata da aldeia – (Ana Chaves);
- FATINHA DA COCHA GROSSA – Cabeleireira da aldeia – (Mafalda Panóias);
- VERA CRISTINA – Moça fútil da aldeia – (Teresa Severino);
- CABO CUSTÓDIA – GNR – (Ana Figueira).
- GALINHA – (Guida Kadú)
CENOGRAFIA: Armando Vaquinhas
SONOPLASTIA: Rodrigo Assis
ELECTRICISTA: João Vaquinhas
PONTO: Teresa Graça
COSTUREIRA: Maria Ababilta Morais
GUARDA-ROUPA: “Nova Cubense”, Teresa Onça e Pazoa
CARACTERIZAÇÃO: “Salão da Mena”
CABELEREIROS: “Onda Mais Cabeleireiros”
FOTOGRAFIA: Rui Silva
DESIGN GRÁFICO: Mira
RESERVA DE BILHETES – FRANCISCO RAPOSO (964442463)
O espetáculo “A tasca” tem autoria e encenação de Tózé Grilo e assume-se como uma peça de base popular, da piada espontânea e do humor sadio em que a tasca é o cenário onde decorre toda a ação, o único local público daquela aldeia rural alentejana, por onde todos passam e todos convivem.
A peça conta com diversos apoios: Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Juntas de Freguesia de Santa Maria do Castelo e de Santiago, Teatro do Rio, Rádio Mirasado, Salão Mena, Onda Mais Cabeleireiros, Casa das Peles de Teresa Onça, Nova Cubense, Brutalprint e Vibeiras S.A.
Para já, estará em cena dias 30 de Novembro, 1, 2 e 3 de Dezembro.
Ficha Técnica:
AUTORIA E ENCENAÇÃO: Tozé Grilo
ELENCO:
- CONSTANTINO – Dono da tasca – (Mauro Félix);
- TOI “VARDASCAS” – Mulherengo da aldeia – (Fernando Jerónimo);
- ZÉ BICHO – Pastor da aldeia – (Betuxa);
- ARMINDO “TÁS COM ELA” – Bêbado da aldeia – (Tozé Grilo);
- PROFESSOR – Professor primário da aldeia – (Pedro Bernardo);
- ENG.º FERRUGEM – Mecânico da aldeia – (Henrique Lourenço);
- CARLINHOS – “Maluquinho” da aldeia – (Renato Carrasqueira);
- XÔ PADRE ARNALDO – Padre da aldeia – (Francisco Raposo);
- RAPA MIOLOS – Barbeiro da aldeia – (Eduardo Mira);
- CAGA DINHEIRO – Emigrante “endinheirado” – (Hortênsio Sousa);
- 1.º SARGENTO SILVA – GNR – (Renato Neves);
- FLÔR – Esposa do dono da tasca – (Sílvia Carrasqueira);
- LINA MATCHOLINA – “Machorra” – (Madalena Almeida);
- DULCE “REBENTA MINAS” – Esposa do “Tás com ela” – (Piedade Fernandes);
- FLORINDA RABINA – Beata da aldeia – (Ana Chaves);
- FATINHA DA COCHA GROSSA – Cabeleireira da aldeia – (Mafalda Panóias);
- VERA CRISTINA – Moça fútil da aldeia – (Teresa Severino);
- CABO CUSTÓDIA – GNR – (Ana Figueira).
- GALINHA – (Guida Kadú)
CENOGRAFIA: Armando Vaquinhas
SONOPLASTIA: Rodrigo Assis
ELECTRICISTA: João Vaquinhas
PONTO: Teresa Graça
COSTUREIRA: Maria Ababilta Morais
GUARDA-ROUPA: “Nova Cubense”, Teresa Onça e Pazoa
CARACTERIZAÇÃO: “Salão da Mena”
CABELEREIROS: “Onda Mais Cabeleireiros”
FOTOGRAFIA: Rui Silva
DESIGN GRÁFICO: Mira
RESERVA DE BILHETES – FRANCISCO RAPOSO (964442463)













