Fórum da Economia do Mar aplaude primeira reunião da CIAM
O Fórum Empresarial da Economia do Mar congratula-se com a aprovação da Estratégia Nacional para o Mar para o período de 2013 a 2020, pela CIAM – Comissão Interministerial dos Assuntos do Mar, que hoje teve a primeira reunião na actual legislatura, e que prevê investimentos superiores a 400 milhões de euros.
Por Jornal Rostos
A Comissão Interministerial para os Assuntos do Mar (CIAM) é uma estrutura de reflexão e de decisão estratégica sobre o mar, presidida pelo Primeiro-Ministro, que tem como objetivos:
a) Zelar pela implementação e atualização da Estratégia Nacional para o Mar (ENM);
b) Definir metas para a execução do plano de ação da ENM para cada ano, em articulação com a proposta de Orçamento do Estado, e numa perspetiva plurianual de médio e longo prazos.
Para Fernando Ribeiro e Castro, secretário-geral do Fórum da Economia do Mar, “esta iniciativa vem ao encontro das aspirações do FEEM e acredito que este primeiro encontro da CIAM será o ponto de partida para uma melhor coordenação e agilização de todos os processos que levarão ao desenvolvimento crescente e sustentado das políticas do mar. Mais importante que o valor do investimento agora anunciado, será a agilização dos actualmente tormentosos e kafkianos processos de licenciamento de actividades económicas ligadas ao mar, o que desmotiva os necessários investimentos privados neste domínio, e travam, também, os investimentos públicos”.
a) Zelar pela implementação e atualização da Estratégia Nacional para o Mar (ENM);
b) Definir metas para a execução do plano de ação da ENM para cada ano, em articulação com a proposta de Orçamento do Estado, e numa perspetiva plurianual de médio e longo prazos.
Para Fernando Ribeiro e Castro, secretário-geral do Fórum da Economia do Mar, “esta iniciativa vem ao encontro das aspirações do FEEM e acredito que este primeiro encontro da CIAM será o ponto de partida para uma melhor coordenação e agilização de todos os processos que levarão ao desenvolvimento crescente e sustentado das políticas do mar. Mais importante que o valor do investimento agora anunciado, será a agilização dos actualmente tormentosos e kafkianos processos de licenciamento de actividades económicas ligadas ao mar, o que desmotiva os necessários investimentos privados neste domínio, e travam, também, os investimentos públicos”.













