Serviço de Urgência Geral do Centro Hospitalar Barreiro MontijoNão fechou as portas e continuou a observar todos os doentes que recorreram ao Serviço
"Como é óbvio o Serviço de Urgência Geral do CHBM não fechou as portas e continuou a observar todos os doentes que recorreram a este Serviço, independentemente da sua situação clínica ser ou não urgente" - é sublinhado.
"Lamentamos, pela sua gravidade, que o Sindicato dos Enfermeiros, entidade que deve ser idónea, escreva um comunicado com afirmações falsas criando alarmismo desnecessário na população" - acrescenta o Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro Montijo.

Por Jornal Rostos
Divulgamos a nota de imprensa do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE, sobre o comunicado do Sindicato dos Enfermeiros, divulgado em noticia do jornal Rostos:
Comunicado Sindicato dos Enfermeiros
A Urgência Geral (Médico-Cirúrgica) do Centro Hospitalar Barreiro Montijo, EPE, entre os dias 23 de fevereiro e 1 de março de 2013, registou 1.376 episódios de urgência, menos 481 episódios do que no mesmo período do ano passado, o que representa em média menos 69 doentes por dia, ou seja, uma diminuição de 26%. De referir, contudo, que neste período existem flutuações que variam entre os 163 episódios de urgência no dia 23 de fevereiro e os 245 episódios de urgência no dia 25 de fevereiro.
De realçar ainda que, dos doentes observados este ano no mesmo período, foram triados com a cor laranja e amarela, de acordo com a Triagem de Manchester, menos 301 doentes do que em igual período do ano passado, o que representa uma diminuição de 28%.
Apesar de, neste período, termos registado uma menor afluência no Serviço de Urgência Geral do CHBM, confirmamos a existência de algumas dificuldades que se prendem com o aumento de permanência de utentes em observação pela complexidade da sua situação clínica.
Face ao exposto, confirmamos que no dia 26 de fevereiro o CHBM solicitou ao INEM que encaminhasse os doentes urgentes/emergentes para outros hospitais da área, procedimento habitual nestas situações. Aliás, de acordo com a informação de que dispomos, esta situação verificou-se noutros hospitais da região.
Como é óbvio o Serviço de Urgência Geral do CHBM não fechou as portas e continuou a observar todos os doentes que recorreram a este Serviço, independentemente da sua situação clínica ser ou não urgente.
Lamentamos, pela sua gravidade, que o Sindicato dos Enfermeiros, entidade que deve ser idónea, escreva um comunicado com afirmações falsas criando alarmismo desnecessário na população.
O Conselho de Administração do CHBM













