Em Sesimbra - Quinta do CondeMinistério da Saúde adia construção do Centro de Saúde
. Ministério é a Comissão Liquidatária do Serviço Nacional de Saúde
A Comissão Representativa dos Utentes dos Serviços Públicos de Saúde da Quinta do Conde, em comunicado enviado para a nossa redacção refere que – “O Ministério da Saúde mentiu. Ao contrário do que insistentemente foi dito e escrito pelas estruturas do Ministério da Saúde, 2006 já lá vai e a construção do Centro de Saúde da Quinta do Conde ainda não começou. Mentiram-nos!”
Por Jornal Rostos
“O Ministério da Saúde é indolente. Por opção do ministro socialista Correia de Campos a maior parte dos 25 mil habitantes da Quinta do Conde vai continuar sem médico de família; os poucos cuidados de saúde são prestados em condições “terceiro-mundistas”; as grávidas e as mães com crianças recém-nascidas são obrigadas a subir as escadas de um terceiro andar para uma simples vacina. Até quando?” – sublinha a Comissão Representativa dos Utentes.
Um ano sem resposta a um requerimento
“O Ministério da Saúde penaliza quem menos pode. Ao contrário do que prometeu na campanha eleitoral e ao contrário do que inscreveu no programa do governo, o Ministro da Saúde aumentou vertiginosamente as taxas de acesso aos cuidados de saúde e criou novas taxas, para aplicar inclusive no internamento. Com este ministro, quem quer saúde, paga-a!
O Ministério da Saúde não cumpre a lei. Em Agosto de 2005 a Assembleia da República aprovou a Lei que reconhece as Comissões de Utentes.
O Ministro da Saúde tinha quatro meses para a regulamentar mas, dezasseis meses depois, ainda não o fez. E, com a arrogância que lhe é característica, nem sequer respondeu ao requerimento apresentado pela Comissão de Utentes da Saúde da Quinta do Conde, há precisamente um ano. Porquê?” – refere a Comissão de Utentes da Quinta do Conde.
A comissão liquidatária do Serviço Nacional de Saúde
“Este Ministério não é da Saúde” – refere a Comissão de Utentes acrescentando que o Ministério é uma – “comissão liquidatária do Serviço Nacional de Saúde, ou ministério da privatização dos cuidados de saúde, parece mais apropriado.”
“Só nos resta uma opção: Lutar! Quando não lutamos… perdemos! Exigir respeito pelos nossos direitos, no local certo; esclarecer; divulgar; informar e ser informado; é tarefa de todos! Por nós, e pelos nossos filhos” – refere a finalizar a Comissão de Utentes.













