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Movimento Barreiro Património Memória propõeApresentação de candidatura “ Barreiro Património Mundial de Arqueologia Industrial”

O “Movimento Barreiro Património Memória e Futuro” na sua reflexão sobre o documento “Desenvolvimento Empresarial e Urbano do Território da Quimiparque “”, aponta diversas propostas, nomeadamente : “a admissão como ponto de partida, e como foi feito pela mesma equipa na zona da Expo 98, de um espaço ribeirinho do Tejo como zona verde e de lazer, com equipamentos apropriados para a recuperação do rio para a cidade.”, assim como “o avanço de estudos de regeneração do Barreiro Velho como importante centralidade cultural, arquitectónica, patrimonial (material e imaterial) interligada com o espaço em apreciação.”

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Movimento Barreiro Património Memória propõe Apresentação de candidatura “ Barreiro Património Mundial de Arqueologia Industrial”

Por Jornal Rostos

O “Movimento Barreiro Património Memória e Futuro”, em documento enviado para a nossa redacção refere que “analisou os documentos em discussão pública sobre, “ Desenvolvimento Empresarial e Urbano do Território da Quimiparque “”, e, “na perspectiva de uma cidadania participativa, resolveu tomar pública posição sobre o mesmo”.
A preocupação de integrar o espaço da Quimiparque na filosofia do espaço global da cidade”
O “Movimento Barreiro Património Memória e Futuro” considera relevantes os seguintes aspectos, por um lado o que define como “as grandes virtudes” que são : “a adopção de uma filosofia não exclusivamente “construtivista”, que sobrevalorizasse a construção imobiliária e a especulação inevitável”; “a preocupação de arrumação das várias actividades económicas existentes ou a criar (industriais, comerciais, serviços e lazer), privilegiando um desenvolvimento harmonioso”, e , “a preocupação de integrar o espaço da Quimiparque na filosofia do espaço global da cidade.”
Não referência ao enquadramento do território da Quimiparque com os planos de desenvolvimento do centro urbano do Barreiro Velho
Por outro lado o Movimento Barreiro Património Memória e Futuro”, sublinha o que define como os “pecados capitais”: “a não referência (quase total) ao riquíssimo património arqueológico industrial da cidade (fabril e ferroviário)”, “a admissão implícita, das poucas ideias concretas adiantadas, da destruição do espaço – património ferroviário, com perda dos postos de trabalho existentes” e “ a não referência explícita ao enquadramento do território da Quimiparque com os planos de desenvolvimento do centro urbano do Barreiro Velho e de todo o restante espaço do concelho, no âmbito da revisão do PDM.”
regeneração do Barreiro Velho como importante centralidade cultural
O “Movimento Barreiro Património Memória e Futuro” na sua reflexão, aponta propostas, nomeadamente : “a admissão como ponto de partida, e como foi feito pela mesma equipa na zona da Expo 98, de um espaço ribeirinho do Tejo como zona verde e de lazer, com equipamentos apropriados para a recuperação do rio para a cidade.”, assim como “o avanço de estudos de regeneração do Barreiro Velho como importante centralidade cultural, arquitectónica, patrimonial (material e imaterial) interligada com o espaço em apreciação.”
Candidatura para a declaração de “ Barreiro Património Mundial de Arqueologia Industrial
O “Movimento Barreiro Património Memória e Futuro” na suas propostas perspectiva “a apresentação na UNESCO de uma candidatura para a declaração de “ Barreiro Património Mundial de Arqueologia Industrial “ , de modo a preservar o essencial do nosso riquíssimo e quase único património arqueológico industrial, numa perspectiva de conservação, auto-sustentação e de rentabilização, sob a filosofia de “memórias vivas e com futuro”.
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