Reunião Nacional em Palmela - SetúbalCooperativas de Consumidores analisam conjuntura
A importância económica das Cooperativas, mesmo em conjunturas de crise é facilmente demonstrada e constatada através do facto de as economias mais bem sucedidas e estáveis do mundo terem igualmente as economias mais cooperativas do mundo.

Por Jornal Rostos
O Conselho Nacional da FENACOOP-Federação Nacional das Cooperativas de Consumidores, FCRL, reunido no dia 31 Janeiro 2009 nas instalações da Cooplisboa UCRL na Salgueirinha-Pinhal Novo analisou a actual conjuntura e afirmou que o modelo Cooperativo poderá ser uma alternativa para a crise, já que se apresenta como um modelo empresarial “seguro, estável e sustentável, possuído e controlado por 800 milhões de pessoas em todo o mundo, que é fiel aos seus valores e princípios globais de auto-ajuda, solidariedade, sustentabilidade, posse e controlo pela comunidade, participação democrática, equidade e transparência”. Outra das razões referidas para a credibilidade do modelo Cooperativo é que este “não está à mercê das bolsas de valores, pois assenta, em vez disso, no financiamento dos membros para a sua valorização, e não está sujeito à manipulação e à especulação dado que é controlado pelos cooperadores em benefício da comunidade local”. Sendo empresas locais, as Cooperativas não são deslocalizáveis.
O documento recorda que se tem assistido em Portugal à “publicação intensiva de legislação que estabelece um conjunto de obrigações, na sua maioria desenquadrada da realidade, não tem em conta a especificidade do sector cooperativo” e que, por esta razão, quando respeita a apoios e incentivos, mais uma vez exclui as Cooperativas e continua a beneficiar as grandes cadeias de distribuição.
Apesar do contexto actual poder encerrar vários perigos para o funcionamento das cooperativas, pode igualmente constituir uma oportunidade para valorizar o seu papel económico e social, tal como já aconteceu no passado em períodos igualmente criticos da nossa história.
O documento recorda que se tem assistido em Portugal à “publicação intensiva de legislação que estabelece um conjunto de obrigações, na sua maioria desenquadrada da realidade, não tem em conta a especificidade do sector cooperativo” e que, por esta razão, quando respeita a apoios e incentivos, mais uma vez exclui as Cooperativas e continua a beneficiar as grandes cadeias de distribuição.
Apesar do contexto actual poder encerrar vários perigos para o funcionamento das cooperativas, pode igualmente constituir uma oportunidade para valorizar o seu papel económico e social, tal como já aconteceu no passado em períodos igualmente criticos da nossa história.













