SETÚBAL - MicrocréditoFenacoop considera diploma “muito vago”

Por Jornal Rostos
Apresentando algumas dúvidas sobre as reais intenções desta medida, a Fenacoop chama a atenção para o facto de o referido diploma se “limitar a remeter a regulamentação das características essenciais para o Banco de Portugal” e sublinha o facto de este “não fazer qualquer referência a cooperativas, mútuas e demais entidades sem fins lucrativos que sempre desempenharam um papel fundamental na criação de emprego e desenvolvimento local, ao nível mundial”.
Em Portugal, o microcrédito é concedido por grandes bancos comerciais e tudo indicia que vai continuar a estar reservado às sociedades financeiras e de corretagem que actuam no sector da grande finança.
Neste sentido a Fenacoop considera que “o principal objectivo do microcrédito não deve ser a obtenção de lucro, mas sim contribuir para o reforço do desenvolvimento das comunidades locais e criar condições de emprego sustentáveis”.













